Como ganhar dinheiro extra? 10 ideias para ter uma renda extra

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A instabilidade financeira e a inflação alta estão afetando fortemente o dia a dia das pessoas, das classes mais baixas às mais altas. As pessoas estão precisando rever seus hábitos e padrões de consumo e, mesmo assim, muitos não estão conseguindo pagar as contas.

Se você já faz seu controle financeiro, usa orçamentos para administrar seu dinheiro e está fazendo o possível para economizar e a situação ainda está ruim, pode ser a hora de descobrir como ganhar um dinheiro extra.

Confira 10 ideias para ganhar dinheiro extra:

#1 Dê aulas particulares

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Você deve ter algum conhecimento ou hábilidade que é útil para as pessoas. É fluente em algum idioma? Sabe tocar um instrumento musical? Tem conhecimento em alguma matéria escolar? Ou talvez alguma habilidade técnica, para mexer em softwares? Pense com calma o que você tem a oferecer e deixe as pessoas saberem. Avise para os amigos que você está oferecendo aulas particulares, divulgue nas redes sociais e em sites especializados como o Profes e o Professores de Plantão.

#2 Faça e venda

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Se você tem habilidade na cozinha, pode começar a vender algum produto como doces, pães, biscoitos, molhos, temperos e comida congelada. Se você tem habilidades manuais você pode pensar em fazer roupas, quadros, esculturas, almofadas, caixas e objetos de decoração em geral.

#3 Revenda produtos

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É possível ganhar um dinheiro considerável revendendo produtos. O nicho mais conhecido são os produtos de beleza, como Avon, Natura e Mary Kay, mas há outras opções de lojas que oferecerem a possibilidade de revenda, como Magazine Luiza, Polishop, Tupperware, Nestlé e Marisa.

#4 Explore suas habilidade e ofereça serviços

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Que habilidade você tem que podem ser útil para as outras pessoas? Você sabe trabalhar com madeira, elétrica ou encanamento? Ou sabe arrumar computadores e celulares? Talvez você possa prestar consultoria na sua área de formação, como administração, direito e finanças. Isso sem contar as áreas onde trabalhar como freelancer é mais comum como comunicação, design, fotografia e beleza. Explore suas habilidade e ofereça os serviços, há muitos sites especializados no assunto, como o Getninjas.

#5 Trabalhe com tradução

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Se você é fluente em algum idioma, você pode começar a trabalhar com tradução. Claro, antes de começar, se informe bem sobre o mercado e comece pegando trabalhos menores e mais simples.

#6 Crie um blog

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Gosta de escrever? Planeje um blog interessante, com um diferencial e aposte nele. Trabalhe na divulgação da página e, a medida que você ganhar mais visualizações, você pode ganhar dinheiro com anúncios. Você pode usar anúncios do Google Adsense ou procurar anunciantes diretos, que trabalhem com o tema do blog.

#7 Ofereça tour na sua cidade

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Se você conhece bem a sua cidade, planeje uma tour pelos principais pontos turísticos e ofereça online. Você pode cobrar previamente ou ainda fazer uma Free Walking Tour e trabalhar apenas por gorgetas.

#8 Cuide e passeie com animais

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Se você gosta de animais, você pode usar seu tempo livre para ser cuidadora de animas e passear com eles. Muitas pessoas não tem tempo ou viajam bastante e precisam deste serviços.

#9 Alugue

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Você pode alugar roupas para festa, instrumentos musicais, eletrônicos (como videogame e máquina fotográfica), carro, um quarto de sua casa, ou toda ela. Se você tem algo de valor que não usa com frequência, ofereça online e tenha uma renda extra sem gastar muito tempo.

#10 Trabalhe com eventos no final de semana

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Congressos, festas, palestras, estreias – há muitos tipos de eventos que precisam de temporários para trabalhar como recepcionista, recreacionista, caixa, etc. Procure agências de eventos na sua cidade e se inscreva.

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Como começar a juntar e como investir R$200 mensais

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Grande parte das pessoas tem o mesmo problema em relação a dinheiro: não consegue juntar porque gasta tudo que recebe. Isso acontece porque sempre há necessidades e desejos para serem saciados e nunca parece que aquela quantia, um valor pequeno, irá fazer diferença no futuro. O problema está na maneira de enxergar o fluxo de dinheiro e na falta de planejamento.

Se você pensar naquele R$100 gastos num sapato, os R$50 num jantar com a(o) namorada(o) e mais R$50 no barzinho com os amigos, não parece um mal gasto. Mas você precisa pensar a longo prazo. Como você consegue adaptar seus hábitos para economizar algum dinheiro? Qualquer quantia mensal irá fazer diferença depois de algum tempo, principalmente nos momentos de emergência que normalmente levam as pessoas a se endividarem.

Um valor bem acessível é R$200. Esse dinheiro pode não sobrar nunca, mas se você encarar como um compromisso, como uma conta a ser paga todo dia 5, não é díficil guardar esse valor. Uma maneira de fazer isso é contratar um poupança automatica e programar para que o banco transfira esse valor da sua conta corrente para a sua poupança automaticamente.

Quem sabe você não se organiza para começar a fazer isso agora, em janeiro de 2016?

Pense bem, no final do ano, esse R$200 são R$2400. Em dois anos, R$4800. Talvez pareça pouco, mas irá fazer diferença em caso de alguma emergência, ou para fazer uma viagem nas férias. Mas mais do que isso, você pode investir esse dinheiro e fazer ele render. Então, você irá guardar R$200 por mês, mas ganhará mais do que isso. Investir não é só para gente rica que possui grandes quantias. É possível começar a investir com valores baixos.

Para começar a investir você precisa levar algumas coisas em consideração:

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Rentabilidade x Risco

A regra geral dos investimentos é: quanto mais risco, maior a rentabilidade. Os investimentos de renda variável possuem a maior rentabilidade e também o maior risco. Se você tem pouco dinheiro para investir e está começando agora, você provavelmente deve focar em investimentos mais seguros, como os de renda fixa.

Liquidez

Mas você não deve apenas pensar em rentabilidade e segurança, você também tem que levar em conta a liquidez do investimento. A liquidez é a facilidade com que você pode retirar o seu dinheiro do investimento. A maioria dos investimento que possuem uma baixa liquidez rendem mais do que os que têm alta liquidez e você pode sacar o seu dinheiro a qualquer momento. Para tomar essa decisão você precisa saber qual o seu objetivo com o investimento.

Imposto x isenção

Algumas pessoas se assustam com o fato de ser preciso pagar imposto de renda sobre o rendimento de alguns investimentos, mas não há motivo para isso. O que não pode acontecer é ser pego desprevenido. Na hora de escolher o investimento, você tem que levar em conta quanto irá investir, por quanto tempo, qual a rentabilidade e quanto deverá pagar de imposto.

Em muitos casos, o imposto diminui quando o dinheiro é investido por períodos mais longos. Então muitas vezes irá valer mais a pena o investimento que incide imposto, pois ele rende mais.

Depois de ter isso firme na sua cabeça você precisa entender as suas principais opções

Renda Fixa x Renda Variável

Renda fixa é um tipo de investimento no qual o investidor sabe quanto vai receber no final do prazo (entre eles estão os títulos públicos, CDB, LCI e LCA), enquanto a renda variável (como compra de ações da bolsa) não garante nenhum ganho, podendo levar o investidor a perder dinheiro. Quanto maior o risco, maior a rentabilidade: se você comprar uma ação por R$20, no dia seguinte ela pode valer R$50 ou R$5. Não há certeza.

Para diminuir os riscos e aplicar de forma inteligente em renda variável, é preciso se informar sobre o assunto. Uma alternativa para investir em renda variável com riscos menores e sem precisar estudar tanto do assunto é optar por fundos de investimento, que falaremos mais para frente.

Emissor público x privado

No investimento em renda fixa — o preferido dos investidores iniciantes pela sua segurança — os títulos podem ser emitidos por um emissor público (Governo) ou privado (empresas). Em geral, os títulos emitidos pelo Governo são considerados mais seguros que os emitidos por empresas, mas isso não é uma regra geral.

Quando você investe em renda fixa, você está emprestando dinheiro ao emissor que, em troca, irá lhe pagar juros até a data de vencimento. O maior risco acontece se o emissor ficar inadimplente e não pagar a dívida, é possível isso acontecer tanto com o Governo quanto com empresas, mas é bastante improvável. Além disso, a maioria dos títulos de renda fixa estão protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGV) que asseguram aplicações até R$250 mil em caso de quebra da instituição.

Rentabilidade prefixada ou pós-fixada

Nos rendimentos prefixados, a taxa de retorno é acertada antes e o investidor sabe exatamente quanto irá receber no final. No caso das pós-fixadas, a taxa de retorno varia de acordo com a oscilação dos índices utilizados para determiná-la.

A maioria dos investimentos em renda fixa pós-fixados estão atrelados à taxa Selic. Portanto, se a taxa de juros oficial aumentar, a rentabilidade aumenta e, se ela diminuir, a rentabilidade diminuiu. Sabendo a que índice a rentabilidade está atrelada, é bem fácil acompanhar as notícias e saber como anda a rentabilidade do investimento. Lembrando que o governo brasileiro vem trabalhando com taxa de juros altas para tentar controlar a inflação e não há previsão de que isso mude.

Fundo de investimentos

Fundos de Investimentos são uma aplicação financeira coletiva em que várias pessoas (cotistas) dão dinheiro para uma empresa administrar e investir. Quando você investe em um fundo, você adquire cotas, que é uma fração do patrimônio do fundo. Quando o patrimônio cresce, o valor da cota também cresce e é assim que você lucra.

Os principais prós de investir em um fundo são contar com um especialistapara gerenciar seu investimento, a alta liquidez e ter um investimentodiversificado. Os fundos costumam diversificar os investimentos (estratégia aconselhada) e assim não apostam todos os ovos em uma cesta só.

Mas não pense que ao investir em um fundo não é preciso se informar. É preciso olhar o histórico de rendimento do fundo, ler o regulamento com atenção para entender como funciona e principalmente prestar atenção às taxas.

O maior problema com fundos de investimentos para pequenos valores é que, quanto menor o investimento, maior o número de cotistas, o que torna a administração mais trabalhosa e cara, aumentando a taxa de administração. Porém, não cometa o erro de escolher cegamente o fundo com menor taxa de administração, é preciso comparar com o histórico de rendimento para ver se a taxa maior não irá valer a pena.

Alguns fundos ainda cobram taxa de performance, que é uma taxa cobrada como um prêmio ao administrador quando a rentabilidade supera a taxa de seu benchmark (outro investimento estabelecido previamente). Isso deve ser levado em conta também

As opções são muitas e não é tão complicado quanto pode parecer em um primeiro momento. Em poucas horas você pode organizar suas finanças e planejar o seu investimento.

Comece a se preparar para a Black Friday e aproveite os descontos de verdade

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A Black Friday acontece daqui há um mês, mas se você tem interesse em aproveitar os descontos, deve começar a pensar nisso agora. Já faz alguns anos que os brasileiros “importaram” o tradicional dia de megapromoções dos Estados Unidos, mas o comércio e os consumidores ainda estão se adaptando à data. Momentos de descontos como a Black Friday são bem perigosos para os consumidores por dois motivos:

  1. As pessoas se emocionam com os preços baixos e compram o que não precisam e não tem dinheiro para pagar
  2. As pessoas são enganadas com falsos descontos

Para evitar esses problemas e de fato aproveitar os preços baixos da data, é preciso começar a pensar nas compras com antecedência e seguir esses três passos:

Eleja alguns produtos que você está precisando e comece a monitorar

Isso é importante para evitar os “falsos descontos”. Liste o que você quer comprar, faça uma pesquisa pela internet agora e compare os preços entre os sites, depois volte a esses sites a cada semana para acompanhar a evolução dos preços.

Assim você pode ter certeza de exatamente quanto você está economizando quando chegar a hora de comprar. Além disso, como este ano foi muito ruim para o comércio, muitas lojas devem antecipar a Black Friday e começar a dar descontos durante o mês de novembro.

Mantenha o foco e não gaste o com o que você não precisa

Esse tipo de evento pode ser muito emocional. No calor da pressa para comprar antes dos produtos e das promoções acabarem, muitas pessoas acabam comprando coisas que não precisam e que não tem utilidade apenas porque “o preço estava realmente imperdível”. Respire o fundo e mantenha o foco na lista de produtos que você elaborou.

Faça um orçamento

Esta dica é infalível para qualquer ocasião. Não chegue no dia 27 sem um orçamento. Estude suas finanças e entenda quanto você pode dispor para gastar em produtos sem se endividar. No dia, não ultrapasse esse orçamento por nada, mesmo que os descontos estejam bons. Se você se endividar para comprar um produto barato, você pode acabar pagando mais caro para quitar os juros depois.

Essas três regrinhas vão fazer com que você aproveite os descontos sem se endividar. Porém, há sempre outros detalhes para ficar atento e aproveitar ainda mais:

#1 Se você não conseguir acompanhar os preços, órgãos de defesa do consumidor e outros sites podem ajudar. Sites como o do Procon e do Proteste devem oferecer uma lista de preços para servir de referência. Então, antes de comprar, comparte com as listas.

#2 Se você for comprar online, leve em conta o preço com o frete e compare com os preços das lojas físicas.

#3 Se você for comprar presentes de Natal online, confira se há produto em estoque e o prazo de entrega. Muitas lojas esgotam o estoque e continuam vendendo, o que faz com que os produtos demorem muito para chegar.

#4 Se for comprar online, evite os horários de pico (meia-noite, meio-dia e depois das 18h). Os sites podem estar congestionados e você não conseguir concluir a compra.

#5 Fique atento para não entrar numa fria. Compre apenas de sites e lojas conhecidos e com boa reputação. Também preste atenção no valor ao comprar em sites: alguns divulgam um produto com desconto e depois cobram o valor original na hora de fechar a compra.

#6 Lembre que as regras do Código de Defesa do Consumidor (CDC) também são válidas para as compras feitas na promoção, então não aceite condições diferentes imposta pelas lojas.

Como garantir uma aposentadoria suficiente?

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Com o envelhecimento da população brasileira, já era previsto que a previdência pública teria que sofrer alterações. A crise que atingiu o país e o governo fez com que essa mudança se acelerasse. O processo para se aposentar já foi alterado neste ano, e novas mudanças devem vir por aí.

O executivo deve enviar uma proposta de Reforma da Previdência para o Congresso que inclui uma idade mínima para se aposentar: 60 para mulheres e 65 para os homens.

Quem está preocupado em ter uma renda suficiente para aproveitar uma aposentadoria tranquila precisa começar a pensar nisso o quanto antes. A melhor tática é diversificar e não apostar todo seu dinheiro e atenção em apenas uma modalidade.

Previdência privada aberta

A opção de previdência privada é boa para quem não tem familiaridade com outros investimentos. Ela é bastante segura, porém, as taxas são bem altas e, apesar de se poder deduzir até 12% da renda bruta na declaração do Imposto de Renda, é preciso pagar imposto no momento do resgate da aplicação. Saiba mais sobre os tipos de previdência privada aqui.

Fundo de Pensão coletiva

São fundos de empresas (ou conjunto de empresas) fechados para funcionários. Normalmente as empresas oferecem o benefício para atrair e reter talentos. Entre os planos de previdência, este é o mais rentável e também permite que o participante deduza até 12% de sua renda tributável.

Porém, é importante estudar bem as regras do contrato para saber o que acontece se você deixar a empresa. Também é importante que o fundo seja fiscalizado para saber como estão investindo o dinheiro e ter certeza que consiguirão pagar o benefício quando o momento chegar.

Imóveis

Se você tem um perfil mais consevador, você pode pensar em investir em imóveis. Este está longe de ser o investimento mais rentável, mas ainda é um dos preferidos dos brasileiros. O mercado imobiliário é bastante volúvel, é preciso gastar com reformas para evitar depreciação e a rentabilidade do aluguel muitas vezes não é compatível com o valor investido.

Renda Fixa

Se você é disciplinado e está disposto a se informar para entender sobre investimentos, este é um dos caminhos mais rentáveis. A Renda Fixa é um investimento seguro e com maior retorno que as opções anteriores. Ela é uma boa opção para aposentadoria pois quanto mais tempo você deixa o dinheiro investido, mas retorno tem.

Esses títulos devolvem o valor investido mais os juros referentes ao período em que o dinheiro ficou depositado. Estes investimentos pagam uma porcentagem do CDI, taxa que acompanha a evolução da taxa de juros Selic. Então, enquanto a taxa de juros estiver alta, estes investimentos se mantém bastante rentáveis. Os principais ativos de renda fixa são os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), o Tesouro Direto e os fundos de investimento. Saiba mais detalhes sobre aqui.

Renda Variável

Ações de empresas e fundos imobiliários estão entre os investimentos de renda variável. A regra geral dos investimento é que quanto maior o risco, maior o retorno. Porém, se você não tem conhecimento na área, pode ser difícil começar a investir sem sofrer perdas.

Se você quer começar, estude sobre e comece a apostar em ações de empresas sólidas que constumam oscilar no máximo 10% ao ano.

São muitas opções e elas variam em rentabilidade e segurança. O ideal é variar os investimentos para otimizar o rendimento e diminuir os riscos.

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Como viajar gastando pouco e não deixar de curtir as férias

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Já é final de outubro e é impossível não pensar nas férias. Fora as férias escolares e universitárias, a maioria das pessoas tira uns dias de folga no período do verão. Com a situação econômica menos favorável está mais complicado viajar, mas se você é desses que espera o ano inteiro para poder sentir novos ares, se organize: é possível viajar gastando pouco.

#Escolha o destino certo

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Com o dólar alto, todas as passagens de avião (inclusive nacionais) estão mais caras. Então escolha um destino nacional ou dentro da américa do sul.

Mas não pense apenas no valor da passagem, pesquise o valor da hospedagem, alimentação, transporte e atrações no local. O Priceoftravel.com tem uma lista das cidades mais baratas para viajar. 

#Pesquise a melhor maneira de chegar lá

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Fique atento a promoções de passagens aéreas, há sites como o Melhores Destinos que divulgam promoções de última hora que realmente valem a pena. Também há vários sites que comparam valores entre companias e dias, como o Voopter.com.

Porém, mesmo com promoção, se o seu destino não é longe, você deve estudar se não é mais barato ir de ônibus ou de carro. 

#Estude hospedagens alternativas

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Hoteis podem ser muito caros, mas há muitas outras alternativas. Você pode alugar um quarto ou uma propriedade inteira direto do proprietário em sites como o Airbnb.com. Essa opção normalmente vale a pena quando você não está viajando sozinho.

Você também pode procurar hostels. Você pode optar por um quarto compartilhado para economizar bastante, ou, se não está disposto, procure um quarto privado – ainda é mais barato que hotéis.

Há opções ainda mais econômicas como acampar e pedir hospedagem no couchsurfing.com – onde pessoas oferecem um lugar em sua casa sem custo algum.

Importante: não tente economizar escolhendo uma hospedagem muito longe do lugar em que você irá circular. Você pode acabar gastando a diferença em transporte.

#Pense antes de fazer uma refeição

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Comer faz parte da experiência de viajar, mas isso não quer dizer que você precisa comer fora em todas as refeições. Ir no supermercado e comprar coisas pasa fazer um lanche no seu quarto pode ser muito interessante. Além disso, um rápida pesquisa na internet pode te indicar restaurantes bons e baratos e como fugir daqueles restaurantes caros feitos para turistas.

#Planeje como vai se locomover

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Pesquise opções de transporte e inclua o gasto no seu planejamento. Evite taxi sempre que puder. Se for preciso, pesquise o caminho que você irá fazer e saiba a distância para não ser enganado.

Caminhe o máximo que puder. Caminhar pela cidade é sempre uma ótima maneira de conhecer o lugar (e não gastar).

#Escolha as atrações

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Há atrações dos mais variados preços. Toda cidade tem muitos lugares para ir de graça, como parques, feiras, centros comerciais, prédios históricos – priorize essas atrações. Depois, faça uma lista das atrações pagas que você tem vontade de ir e escolha entre elas. É preciso que os valores caibam no seu orçamento.

#Planeje e faça um orçamento

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Planeje bem os seus gastos para não se endividar. Entenda quanto você irá gastar passagem, hospedagem, transporte e estipule um orçamento diário para gastar durante a viagem. E claro, controle os seus gastos durante as férias.

Bom viagem :)

 

Como sobreviver à crise?

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Os motivos e o tamanho da crise econômica no Brasil ainda podem ser discutidos, mas os índices econômicos e o impacto no dia a dia das pessoas confirmam que estamos passando por um momento financeiro difícil.

A inflação está alta, há retração do PIB, e o desemprego está aumentando. Porém, não adianta desanimar. Esse momento exige atenção e disciplina redobrada para diminuir o impacto da crise nas finanças pessoais.

#Seja realista, mas não pessimista

Sim, estamos em crise e é preciso enfrentar esta realidade de olhos bem abertos. Porém, ser pessimista não ajuda em nada. É preciso ter força de vontade e determinação para analisar a situação e conseguir contornar os problemas financeiros sem se desesperar e entregar os pontos. Ser pessimista e aceitar uma derrota só irá piorar a situação – isso inclui dívidas, juros e uma grande bola de neve.

#Se adapte

Também não adianta fazer o contrário: ser cegamente otimista e insistir em manter o mesmo padrão de vida. Em tempos como esse, é preciso rever hábitos e se adaptar a situação. No fim, “não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”.

#Faça o diagnóstico

Para ter total poder sobre o seu dinheiro, você precisa entender da onde vem e para onde ele vai. A única maneira de fazer isso é mantendo um controle financeiro minucioso. Anote todo dinheiro que entra, todas as depesas fixas (aluguel, luz, internet, financiamentos), e depois todas as contas variáveis – inclusive os pequenos gastos do dia a dia. Divida os gastos por centro de custos: casa, transporte, lazer, etc. No final do mês, você consegue entender exatamente para onde o seu dinheiro está indo.

#Planeje e corte gastos

Depois de ter o controle financeiro (mantenha ele sempre!), você pode adaptar e planejar as suas finanças. Quais são os gastos que é possível diminuiur ou cortar? Você gasta muito com transporte? É possível diminuir a conta do celular? Os gastos com supermercado estão altos? Ou são os pequenos gastos do dia a dia que “quebram” você no final do mês? Entenda o que é possível mudar e planeje suas finanças para os próximos meses. Estabeleça um orçamento para cada tipo de gasto e não ultrapasse a cota. Para isso, é preciso determinação.

#Aumente a sua renda

Sim, é preciso cortar gastos em tempos de crise. Mas também é hora de ser criativo e pensar como aumentar e complementar a sua renda. É possível aumentar seus rendimentos no seu trabalho? Ou talvez você possa ter um projeto paralelo? Que habilidades você tem que pode te render algum dinheiro? Pense bem e não tenha preguiça ou vergonha de começar um novo empreendimento!

#Junte dinheiro

Sim, quando não há dinheiro nem para pagar as contas é muito difícil pensar em juntar ou investir. Se você não tem como começar agora, tudo bem. Mas quando você for planejar suas finanças para os próximos meses, organize de uma maneira que você consiga começar a fazer uma poupança em breve, mesmo que pequena. É melhor juntar um valor pequeno, do que nada. Ninguém sabe o tamanho da crise e até quando ela irá durar, e você nunca sabe quando aparecerá um imprevisto. Ter dinheiro reserva é a maneira de não ser pego desprevinido e se endividar.

#Invista

Quando você começar a juntar dinheiro (ou se você tem alguma reserva agora), pesquise e comece a investir. A poupança está rendendo menos que a inflação e há uma série de investimentos seguros que podem trazer um rendimento considerável. Se informe, converse com um consultor financeiro e estude como aplicar o seu dinheiro.

 

Como pagar as dívidas e sair do vermelho

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Crédito: CC0 Public Domain / FAQ

Crédito: CC0 Public Domain / FAQ

 

É difícil organizar a vida financeira ou pensar em juntar dinheiro quando nem se consegue sair do vermelho. Mas mesmo com a situação econômica ruim, não adianta achar que é um assunto sem solução e aceitar a condição de endividado. Sempre há uma saída, mas é preciso tempo para analisar a situação e foco para sair do buraco.

#1 Aceite que você tem um problema

Não importa os motivos, você deixou suas finanças se descontrolarem e está numa situação complicada. Não adianta ficar se martirizando ou tentando achar culpados – isso não importa. Encare o problema e tenha foco em resolvê-lo.

#2 Entenda o tamanho da bola de neve

Coloque no papel tudo o que você deve e os juros de cada dívida. Empréstimos podem ter juros diários, mensais e até anuais. Preste atenção qual é o tamanho de sua dívida atual (se pudesse pagar tudo à vista hoje) e sua dívida parcelada (com os juros inclusos).

#3 Organize as suas finanças

Anote todos os seus ganhos e gastos. Entenda quanto dinheiro você recebe mensalmente, quanto gasta com contas fixas (água, luz, aluguel), com contas variáveis (como supermercado e restaurantes), e quanto dinheiro sobra para gastos pontuais (compras em geral).

#4 Comece a economizar

Se você está endivididado, não deve sobrar muito dinheiro no final do mês. Então aproveite que está organizando suas finanças e comece a cortar gastos. Talvez seu plano de celular seja muito alto, ou você possa cancelar a TV por assinatura. Ainda é possível diminuir a conta de luz, economizar no supermercado e cortas gastos supérfulos como restaurantes, bares e outras compras.

#5 Priorize as dívidas com juros maiores

Cartões de crédito e cheque especial são as linhas de crédito com os maiores juros. Se você tem dinheiro para quitar alguma dívida, foque nelas e nunca pague apenas o mínimo do cartão de crédito. A ideia é tentar diminuir a velocidade da bola de neve de juros.

#6 Negocie

Tente negociar prazos maiores e juros menores para cada uma das dívidas. É preciso fazer as parcelas das dívidas caber no seu orçamento mensal.

#7 Renegocie as dívidas

Se as dívidas são muitas e mesmo organizando suas contas, economizando dinheiro e negociando prazos e juros você não vai conseguir pagar as mensalidades e quitá-las dentro do previsto, está na hora de pensar em trocar a dívida. Vá ao seu banco ou a uma financeira e converse sobre a possibilidade de contratar um empréstimo (que tenha juros mais baixos que as suas dívidas atuais). Assim você quita todas as duas dívidas de uma vez e fica apenas com uma com juros mais baixo. Preste atenção à taxa de juros e tenha certeza que irá conseguir pagar as parcelas dentro do prazo.

#8 Mantenha o foco e seja persistente

Não importa qual é a sua situação, depois de organizar suas contas, entender o tamanho da dívida e fazer uma estratégia para pagá-la, é  fundamental ser persistente. Você provavelmente terá que passar alguns meses fazendo um controle financeiro minucioso e economizando bastante dinheiro. Mas irá valer a pena.

 

 

Como o dólar a R$4 afeta o dia a dia do consumidor?

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Crédito imagem: Torange-pt.com

Crédito imagem: Torange-pt.com

 

O ‪dólar‬ atingiu hoje o valor mais alto desde a criação do ‪Plano Real‬, em 1994. Entre o as reclamações e as piadas nas redes sociais, é importante entender como isso afeta o nosso dia a dia. Claro que os mais afetados são quem tem viagem marcada para o exterior, mas eles estão longe de ser os únicos.

Todos os ‪‎produtos importados‬ (que não são poucos) estão ficando mais caros com a alta da moeda e devem continuar a subir. É importante ficar atento a quais produtos que consumimos no dia a dia são importados ou tem matéria-prima vinda do exterior. Por exemplo, cerca de 50% do trigo consumido no Brasil vem de fora, o que quer dizer que produtos como massas e pães estão ficando mais caros.

Além do trigo, boa parte dos eletrodomésticos, eletroeletrônicos, brinquedos, produtos de higiene e itens de limpeza são importados e os preços devem continuar subindo em função da cotação. É muito importante comparar os preços e pesquisar se é possível substituir os produtos por similares produzidos no Brasil.

Se quem costuma comprar produtos do exterior pela internet ainda não diminuiu as compras, está na hora. Além da cotação deixar os produtos muito caros, a tendência da moeda é de alta e fica díficil saber qual será a cotação no dia do fechamento da fatura. Sem contar que ainda é preciso pagar IOF em cima da compra.

Quem tem viagem marcada para o exterior realmente tem um problema em mãos. O ideal é adiar a viagem e priorizar destinos nacionais, ou ainda optar por viajar para países onde a cotação seja mais favorável.

O problema é que todas as passagens de avião ficam mais caras com a alta do dólar, então o melhor é optar por locais onde é possível ir de carro ou ônibus. Se você tem viagem para o exterior marcada e não tem como adiar, a melhor opção é segurar a ansiedade, monitorar a cotação e comprar a moeda aos poucos. Assim você pode ter uma boa cotação média no final, já que o dólar deve seguir instável.

Como morar sozinho em tempos de crise?

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Crédito imagem: Nathan O'Nions / Flickr

Crédito imagem: Nathan O’Nions / Flickr

 

Quando o assunto é independência, poucos momentos são tão emblemáticos quanto a hora de deixar a casa dos pais. Em momentos de crise econômica, o cenário pode ser ainda mais complicado, mas tudo é questão de organização e planejamento. É preciso estudar a situação e estar consciente dos sacrifícios necessários para lidar com as novas responsabilidades sem o auxílio paterno.

– Primeiro, a pessoa terá de ter noção de que todos os gastos ficarão por conta dela. Isso significa que ela pode ter de diminuir um pouco o padrão de vida a que estava acostumada – alerta o educador financeiro Adriano Severo.

Para Severo, antes de partir para uma vida independente, é preciso avaliar quais as contas fixas a serem pagas, o quanto se tem para gastar e, por fim, o que sua renda pode proporcionar. Segundo o especialista, uma boa dica para começar sem comprometer as finanças drasticamente é tentar se manter apenas com o estritamente necessário nos primeiros meses.

– Não há necessidade, por exemplo, de a pessoa instalar uma TV por assinatura assim que se mudar. É algo que pode esperar até que ela tenha condições de incorporar às contas da casa – sugere.

Outra dica é, ao menos no começo, evitar ao máximo luxos e compras supérfluas, como aquele queijo importado que você tanto adora ou guloseimas no supermercado. O mais importante, porém, não é segurar os gastos: é manter as contas na ponta do lápis.

Conforme Severo, monitorar o que entra e sai de dinheiro é importante para se habituar à nova realidade financeira e fazer projeções mais adequadas. O especialista sugere que se anote pelo menos os principais gastos – luz, telefone, internet, aluguel e condomínio – nos primeiros seis meses.

– A principal parte é ter tudo tabelado. Pode ser no computador, no papel, no celular. Assim, é possível se programar, ter lazer, planejar férias – avalia.

O ideal, segundo o educador financeiro, é que a soma das principais contas não comprometa muito mais do 60% da renda mensal. Muitas imobiliárias já dão uma forcinha involuntária nesse quesito, permitindo apenas o aluguel de imóveis que comprometam um percentual baixo – em geral até 30% – da renda do locatário.

Já o modo de pagamento das contas é indiferente, na opinião de Severo. Débito automático pode ajudar em alguns casos, mas há quem prefira se programar para ir ao caixa eletrônico. Nesse caso, é importante ter os prazos controlados, para não perder dinheiro com juros e multas por atraso.

– É importante descobrir o jeito mais confortável de fazer isso. Cuidar da vida financeira tem que ser prazeroso – diz Severo.

Um dos mais agradáveis argumentos para administrar as próprias finanças sem sofrimento é que, com as despesas sob controle, é possível pensar além da rotina. Aquela viagem de férias com a qual você sonha há tanto tempo fica mais perto da realidade quando se toma as rédeas da própria vida financeira. Mas ela também precisa entrar no orçamento:

– Para poder se programar, têm que se pensar nas férias como despesa. Definir um percentual de renda para aquilo e um prazo para realizar a viagem. Sem isso, o dinheiro vai ser gasto – ensina Severo.

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Aposentadoria com previdência privada vale a pena?

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Crédito de imagem: Tax Credits / Flickr

Previdência privada vale a pena?

De olho em uma aposentadoria tranquila, algumas pessoas recorrem à Previdência Privada, visando acumular ganhos e ter mais liberdade para escolher a hora de parar. Mas será que esse tipo de investimento realmente vale a pena?

Segundo especialistas, a Previdência Privada é vantajosa em poucos casos. O principal é quando se tem pouca familiaridade com outros investimentos, como os títulos públicos, que costumam apresentar boa rentabilidade e maior autonomia, além de taxas menores. Outro caso é se o investidor for jovem. Quanto mais cedo o investimento é iniciado, menor será o esforço mensal de poupança para atingir uma aposentadoria confortável no futuro.

A previdência privada pode ser de dois tipos: aberta ou fechada. A primeira pode ser contratada por qualquer pessoa, enquanto a segunda é voltada para um grupo fechado, geralmente da mesma empresa ou sindicato.

O plano previdenciário é, na verdade, um gestor financeiro de seus investimentos. Geralmente, um banco ou uma corretora irá investir o seu dinheiro em títulos públicos, ações ou outros investimentos que possam fazer parte da carteira. Por isso, você pagará algumas taxas – como a de administração e a de saída, cobrada na hora de retirar o dinheiro.

Na previdência privada, é possível escolher o valor da contribuição e a periodicidade dos depósitos. Ou seja, você pode investir R$ 100 por mês durante 20 anos, por exemplo. O valor investido pode ser resgatado a qualquer momento, mas é importante ficar atento às taxas de saída, que costumam ser mais caras para quem retira o dinheiro antes do prazo.

O Imposto de Renda também incidirá na hora da retirada do prêmio. Há duas formas de tributação: a tabela progressiva, vantajosa para quem quer retirar um aporte menor ou parcelado, já que a alíquota é proporcional ao valor a ser resgatado, e a tabela regressiva, boa opção para quem pretende investir por prazos mais longos _ acima de 10 anos _ e só vai resgatar o valor ao final. Nesse caso, quanto mais tempo o dinheiro permanece no plano, menor será a alíquota do IR a pagar.

Existem dois tipos de planos de previdência privada: o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). O PGBL é recomendado para pessoas com renda mais alta, pois o valor pago ao plano pode ser abatido do Imposto de Renda (desde que o valor represente até 12% da renda bruta anual). Quando o dinheiro é sacado, o tributo a ser pago é calculado sobre o saldo total do fundo na hora da retirada.

Já o VGBL é voltado para quem tem uma renda menor e quem faz a declaração do IR nos formulários simplificados ou é isento. A diferença para o primeiro é que, quando o dinheiro é sacado, o imposto será cobrado referente ao rendimento do valor investido, e não do saldo total.

Ao final do plano, você pode optar por retirar todo o valor investido ou receber parcelas mensais, assim como na aposentadoria da Previdência Social (INSS). A vantagem de receber um valor único é não ter mais de pagar as taxas administrativas, mas pode se tornar um problema se você não souber administrar o dinheiro.

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