Blog de Finanças Pessoais


Descubra como ter o controle do seu dinheiro.

Monthly Archives: julho 2015

hashtag

Sub-categorizar suas despesas com #hashtags

By | Aplicativo, Tutorial | One Comment

"...Poderia alem das categorias você ter opção de adicionar subcategoria..."

− Carlos Eduardo

"...app leve, visualmente bem feito, porém necessita melhorias simples como a possibilidade da criação de subpastas..."

− Alfredo

"Inserire il tipo di pagamento enserire sottocategorie..."

− Luca Trivelli (Italy)

Olá,

 

Atendendo o pedido de muitos usuários, pensamos na melhor forma para você categorizar e sub-categorizar as tuas despesas e receitas. Agora ficou muito fácil detalhar uma categoria.

 

Como criar uma sub-categoria?

 

É muito fácil sub-categorizar as suas despesas e receitas, você só precisa usar #hashtags na descrição da transação financeira.

Você também pode cadastrar mais de uma #hashtag, permitindo assim um melhor controle e acompanhamento de onde esta indo o seu dinheiro.

Estamos trabalhando para entregar a melhor experiência ao lançar uma despesa ou receita, seu feedback é muito importante. Por favor, comente neste post o que você achou.

 

Versão suportada: 3.31+

Você precisa ter a versão 3.31 ou superior do Finanças Pessoais. Estamos atualizando, em breve todos usuários poderão utilizar este recurso.

Imagem: Pixabay/StartupStockPhotos

Colocando a vida em ordem, com um planejamento financeiro

By | Comportamento, Dicas | 4 Comments

Imagem: Pixabay/StartupStockPhotos

Como fazer um planejamento financeiro e começar a administrar o seu dinheiro

O diagnóstico, que é essencial, é um grande problema para as pessoas.

Organizar a vida financeira é o primeiro passo para a realização de boa parte dos sonhos de consumo mais populares: de uma viagem à casa própria, tudo exige planejamento. Mas por onde começar? Para o couch financeiro Ronald Dennis Pantin Filho, o método mais eficiente para administrar o seu dinheiro de forma inteligente se divide em quatro etapas: diagnosticar, sonhar, orçar e poupar.

Se eu perguntar quais as suas grandes despesas, você vai ter na ponta da língua, mas o ralo do dinheiro são justamente as coisas que não são controladas, os pequenos valores – explica o especialista.

Ou seja, antes de tudo, é preciso colocar os gastos – todos eles – no papel. A primeira dica, segundo Ronald, é anotar tudo que se gasta em um período determinado – um mês para assalariados e três meses para profissionais liberais. Isso pode ser feito em um caderninho, em um programa de tabela, como o Microsoft Excel, ou em um aplicativo de gerenciamento financeiro, como o brasileiro Finanças Pessoais.

O ideal é registrar essas despesas de forma estratificada, separando, por exemplo, combustível, farmácia, padaria e lazer. Ao fim do período, será possível identificar quais são os gastos mais significativos, quais aqueles que foram realmente necessários e onde é possível economizar para, a partir daí, iniciar o controle do dinheiro.

A segunda etapa consiste em estabelecer metas para o seu dinheiro. Escolher um sonho e transformá-lo em um objetivo, com data marcada para ocorrer, serve de estímulo para economizar.

"Normalmente as pessoas se sentem motivadas a controlar os gastos quando tem um objetivo maior"

− Ronald Dennis Pantin Filho (Coach Financeiro)

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O terceiro passo é fazer um orçamento da meta a ser atingida. De acordo com o especialista, produtos de maior valor podem ter variações de 30 a 40% de um lugar para outro. Para não perder dinheiro, o mantra é nunca aceitar a primeira oferta. Fazer pelos menos três orçamentos diferentes, seja pessoalmente ou pela internet – há sites que comparam preços –, é fundamental para fechar um bom negócio.

Outra dica é dar preferência às compras à vista, que aumentam o poder de barganha do consumidor:

A maioria dos produtos que chamamos de commodities, como móveis e eletrodomésticos, tem juros embutidos no valor para estimular o parcelamento.

Se você vai fazer uma compra à vista e a loja não quer dar desconto, busque outra.

Com o objetivo traçado e devidamente orçado, é hora de usar o diagnóstico feito na primeira etapa para, finalmente, cortar despesas. Poupar parece difícil, mas com os gastos controlados, aos poucos pode se tornar um hábito, possibilitando a concretização de desejos antigos. O ideal para começar a economizar é guardar, no mínimo, 10% da renda mensal.

"O brasileiro em geral tem foco nas despesas, não nas receitas."

− Ronald Dennis Pantin Filho

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A pessoa tem que ter em mente que não pode contar com aquele dinheiro. Se você considerar que ganhar x, vai gastar x. Tem que esquecer esses 10%.

Por fim, acredita o coach financeiro, é preciso aos poucos mudar a lógica usada para administrar o dinheiro. Em vez de focar nas despesas, pensando somente em como reduzir custos, é importante pensar em formas de aumentar suas receitas.

O brasileiro em geral tem foco nas despesas, não nas receitas. A pergunta tem que ser diferente: quanto eu vou poder ganhar com isso? É uma mudança comportamental. Tem que ter foco na redução, é claro, mas pensar o que pode fazer de diferente para aumentar as receitas.

poupanca

Tirando o dinheiro da poupança: como começar a investir em renda fixa

By | Investimento | No Comments

Imagem: Pixabay/Negativespace

A poupança é um lugar seguro e conveniente, por outro lado, sabemos que ela está longe de ser a melhor escolha quando se trata de investir.

Se a poupança é um lugar seguro e conveniente para proteger seu dinheiro da inflação, por outro lado, sabemos que ela está longe de ser a melhor escolha quando se trata de investir. A boa notícia é que existem opções que fazem o seu dinheiro render mais e são tão seguras quanto a caderneta.

 

Uma boa maneira de começar sem correr riscos é optar pelos investimentos em renda fixa – da mesma família da caderneta de poupança. Isso porque eles consistem em aplicações financeiras que prometem devolver o principal investido mais os juros referente período em que o dinheiro ficou depositado, ou seja, o retorno é garantido.

 

Esses títulos rendem mais que a poupança porque costumam pagar uma porcentagem do CDI, taxa fixada diariamente pelos bancos, que acompanha a evolução da Selic, a taxa básica de juros (atualmente em torno de 13%). Os principais ativos de renda fixa são os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), o Tesouro Direto e os fundos de investimento.

Tipo de emissor do título, público ou privado

Esses investimentos se dividem, basicamente, pelo tipo de emissor do título, que pode ser público – como no caso do Tesouro Direto – ou privado – CDB, LCI, LCA e fundos – e pelo prazo de duração do investimento: pré-fixados ou pós-fixados.

 

Os títulos públicos, como o Tesouro Direto, são ativos que se constituem em dívidas do Governo Federal para o financiamento de atividades como educação, saúde e infraestrutura. O valor mínimo para começar a investir é modesto: a partir de R$ 30. Mas é preciso um agente de custódia – que pode ser o seu banco – para começar. O Tesouro Nacional negocia diferentes tipos de títulos, todos tributados pelo Imposto de Renda (IR).

 

Entre os títulos de emissão privada, estão os CDBs, vinculados aos bancos, LCIs, do mercado imobiliário, LCAs, vinculados ao agronegócio, e os fundos de investimentos. Eles podem ser pré ou pós-fixados e contar ou não com tributação. Em relação aos fundos de investimento, é importante buscar aqueles que oferecem taxas de administração mais baixas, de preferência, abaixo de 0,7% ao ano.

Valor mínimo a ser investido

O valor mínimo a ser investido, nesses casos, costuma ser mais alto que o dos títulos públicos. A solidez da instituição também é algo para ser levado em conta, uma vez que seu dinheiro estará vinculado ao banco ou empresa que emitiu a aplicação.

 

Em relação aos prazos, os títulos pré-fixados são aqueles em que o cliente sabe, no momento do investimento, qual será o seu rendimento, como, por exemplo, um CDB que promete pagar 2% ao mês. Nos pós-fixados, o retorno só é conhecido na data de vencimento do título. Em geral, sua rentabilidade é vinculada a algum tipo de indexador que varia de acordo com as oscilações das taxas de juros.

 

Os títulos pré-fixados são instrumentos favorecidos em períodos de inflação baixa, controlada, e com a Taxa Selic em queda. Já os pós-fixados são favorecidos quando a taxa de juros básica está em elevação, com a inflação sob controle.

Palestra gratuita: “Como começar a investir em 2015″

By | Evento | No Comments

 

investing

O Finanças Pessoais, em parceria com o Meu Bolso Cheio, está organizando uma palestra online gratuita sobre investimentos. O cenário atual – com a crise financeira, juros e inflação altos – está incentivando cada vez mais as pessoas a tirar o dinheiro da poupança e investir. Porém, ainda são poucos brasileiros que tem o hábito de investir e o tema é nebuloso para a maioria.

Alcides Maciel e Rafael Recidive, criadores do Meu Bolso Cheio e especialistas em finanças pessoais e investimentos, vão explicar “Como começar a investir em 2015”. Eles irão falar sobre o cenário econômico atual, como tirar proveito das altas taxas de juros e onde investir o seu dinheiro – seja pouco ou muito, para curto ou longo prazo.

Durante a palestra, é possível enviar perguntas, que serão respondidas no final do talk. O evento acontece na próxima quinta-feira, dia 23 de julho, às 20h. Para participar, basta acessar a página do evento e clicar no botão “sim” em resposta a pergunta “Vai assistir ao Hangout?”.

Saiba um pouco mais sobre os palestrantes:

Alcides Maciel

Administrador, 10 anos de experiência com finanças pessoais e investimentos, 5 anos de experiência no mercado bancário. Co-autor do livro “Os Segredos para Atingir a Riqueza”. Trabalha com desenvolvimento de pessoas na Petrobras.

Rafael Recidive

Administrador e Especialista em Negócios Financeiros. Possui 12 anos de experiência no mercado sendo 7 no mercado financeiro.

Serviço

O que: Palestra online gratuita “Como começar a investir em 2015”

Quando: 23 de julho às 20h

Para se increver e assistir: https://plus.google.com/events/ci02hq87edd1smh9jkkhmkrorkc

 

Não há porque não fazer seu dinheiro render
Crédito: Aaron Patterson / Flickr

Porque a poupança não serve como investimento

By | Investimento | No Comments

Quando o assunto é guardar dinheiro com segurança e protegê-lo da inflação, a poupança é velha conhecida dos brasileiros. O que a maioria não sabe é que este porto seguro financeiro está longe de ser uma opção para quem quer investir.

O motivo é simples: ao colocar dinheiro na caderneta, ele vai render igual ou menos que a inflação. Isso significa que, a longo prazo, você perderá ou, no máximo, irá manter o poder de compra do seu dinheiro. E, se o seu dinheiro não está ganhando poder de compra, ele não está sendo investido corretamente.

A caderneta de poupança rende 0,5% ao mês (valor fixado quando a Taxa Selic passa dos 8,5%), mais a variação da Taxa Referencial (T.R.). Atualmente, isso representa, em um ano, em torno de 7%, um empate técnico com a inflação oficial. Se um empate não parece tão ruim dadas as facilidades da poupança, por outro lado, existem alternativas igualmente seguras que rendem de 40% a 60% mais do que a velha amiga.

Para se ter uma ideia do quanto se deixa de ganhar ao colocar suas economias na caderneta, enquanto ela rendeu 7,16% em todo o ano de 2014, investimentos atrelados à Selic, por exemplo, chegaram a 13,25%, podendo trazer rentabilidade líquida superior a 11% ao ano – são tentadores 53,63% a mais de rendimento que a poupança.

Por exemplo: em apenas cinco anos, a diferença de patrimônio de alguém que tenha investido R$ 50 mil na poupança, com rendimento de 7% ao ano, ou R$ 50 mil em um investimento com taxa de 11% ao ano, seria de pelo menos R$ 14 mil a mais.

O recente aumento da Selic – que está em torno de 13% – faz a rentabilidade da poupança ainda menos atrativa. Em períodos assim, investimentos atrelados à taxa básica de juros costumam ser boas opções.

Títulos do Tesouro Direto, além de estarem entre os mais seguros, podem render cerca de 10% ao ano quando descontadas as taxas do investimento. O LCA, vinculado ao agronegócio, o LCI, ao mercado imobiliário, e alguns CDBs também rendem muito bem.

No caso dos CDBs, que são títulos comprados de bancos, há opções com maior risco, em instituições financeiras menores, que oferecem rentabilidade de até 120% do CDI. Como o CDI fica bem próximo da Selic, isso poderia significar uma rentabilidade bruta de até 15,9%. Em CDBs com prazo superior a dois anos, quando a tributação é de apenas 15%, a rentabilidade líquida seria de 13,51% ao ano.

Ainda assim, muitos trabalhadores utilizam a conta poupança como conta corrente, já que os bancos não cobram taxas de serviço para a caderneta. Dessa forma, salários, aposentadorias e 13º, que apresentaram ganhos reais nos últimos anos, entram nessas contas e engrossam a captação.

Em casos como esses, que implicam em transações de curto prazo, não é de todo mal ter dinheiro na poupança – sem dúvida, é melhor que uma conta corrente. Só não é válido manter investimentos na caderneta por medo de se aventurar em outros mercados.
Não há porque não fazer seu dinheiro render
Crédito: Aaron Patterson / Flickr

Utilizando Promoções

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Aprenda a utilizar e aproveitar as oportunidades

O primeiro passo  para utilizar um link de promoção, é baixar o aplicativo: Aqui

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Agora é só escolher um plano e aproveitar o acesso Premium =)

cartao

Conheça as vantagens e desvantagens dos cartões pré-pagos

By | Dicas | No Comments

Você já ouviu falar deles. Amplamente difundidos em viagens internacionais, por darem a possibilidade de sacar dinheiro em qualquer moeda com taxas menores que as dos cartões de crédito, os cartões pré-pagos podem ser úteis também em território nacional.

Sua lógica é inversa à do cartão de crédito: em vez de comprar um produto e só começar a pagar dias depois, você o carrega com dinheiro antes de gastar. Ou seja: mantém os gastos sob controle, evitando a criação de dívidas.

Mas nem tudo são flores no mundo dos pré-pagos. A contrapartida pelas facilidades proporcionadas pelo cartão é a cobrança de diferentes taxas, que incidem sobre quase todas as operações disponibilizadas por ele.

O serviço já está se consolidando no Brasil com bandeiras como Conta Super, Zuum, Acesso, Meo e Cotação, além dos oferecidos pelos bancos. Conheça suas vantagens e desvantagens e descubra quando utilizá-los é uma boa opção:

 

#1 Substitui o papel-moeda :)

Os pré-pagos podem ser usados no lugar do dinheiro, evitando saques desnecessários.

 

#2 Compras seguras pela internet :)

Eles são uma boa opção para quem não se sente seguro em fornecer os dados do cartão de crédito pela internet e não quer usar o boleto bancário. Nos sites estrangeiros, têm uma vantagem adicional: o imposto cobrado sobre a operação com pré-pagos é bem menor do que com cartões de crédito. A taxa é de 0,38%, contra 6,38% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

 

#3 Controle de gastos :)

Os pré-pagos podem servir para controlar despesas, uma vez que é o usuário quem define, no carregamento, o quanto pretende gastar. Eles costumam ser recarregáveis e permitem que o titular controle os gastos de quem vai utilizá-los. Podem ser usados, por exemplo, para estimular seu filho adolescente a aprender a administrar o dinheiro.

 

#4 Não é preciso ter conta corrente :)

Os pré-pagos são interessantes para quem não possui conta corrente, porque, para adquiri-los, não é preciso comprovar renda. Além disso, são um meio seguro e quase universal de fazer compras e pagar contas.

 

#5 Taxas e mais taxas :(

Um dos principais poréns dos pré-pagos são as taxas. Apesar de não ter anuidade, as operações – emissão do cartão, manutenção mensal, saque e recarga – são quase todas cobradas. Dependendo do tipo de serviço que você precisa, a conta corrente ou até conta poupança terão um custo menor.

 

#6 Não serve como rendimento :(

O dinheiro depositado no pré-pago, diferentemente da poupança, por exemplo, não tem nenhum tipo de rendimento. Se a intenção não for gastar o dinheiro, é melhor deixá-lo guardado em algum fundo rentável.

 

#7 Não permite parcelamentos :(

Outro ponto que deve ser considerado é que o cartão pré-pago, diferentemente do cartão de crédito, não permite compras parceladas. Se você precisa desse serviço, terá de repensar a escolha.

Como não deixar a inflação afetar suas finanças

Como não deixar a inflação afetar suas finanças e acabar 2015 no positivo

By | Dicas | No Comments

Longe de ser um bom ano para a economia, com o Banco Central prevendo que a inflação chegue aos 9%, 2015 pode acabar no positivo para quem souber administrar as finanças. E o melhor: não precisa ser um especialista em finanças, basta ficar atento aos preços, controlar os gastos e fazer um planejamento financeiro.

Segundo economista e consultor em finanças pessoais Alfredo Meneghetti, a saída para manter suas finanças saudáveis em tempos de crise começa com uma atitude simples: identificar os setores mais afetados pela inflação e apertar as rédeas dos gastos relacionados a eles.

No Brasil, os primeiros reflexos se deram na área de combustíveis, energia elétrica e alimentos. Ou seja, tanto esses setores quanto as áreas que dependem deles – e, consequentemente, farão repasses indiretos ao consumidor – têm de entrar na mira de quem quer economizar.

– Cada um precisa verificar no seu orçamento os itens mais volumosos e o que pode ser cortado. Em épocas de inflação alta, gastos com lazer são os primeiros a serem substituídos. Cozinhar em casa, evitar saídas à noite e trocar o cinema por um filme em um bom canal de TV são algumas alternativas que fazem diferença no bolso do cidadão – sugere o especialista.

Dentro de casa, é possível fazer economia com medidas praticamente indolores, conforme Meneghetti. Uma das maiores vilãs do orçamento neste ano, a conta de energia elétrica, por exemplo, pode ficar sob controle se o recurso for usado com inteligência.

Para começar, a substituição, na medida do possível, de tudo que é elétrico por versões a gás, costuma fazer a diferença no fim do mês. As lâmpadas comuns devem dar lugar às econômicas, e os eletrodomésticos que mais gastam energia, como o ferro de passar roupa, podem ser usados com menos frequência – sai mais barato passar todas as roupas de uma vez do que ligar o aparelho todos os dias.

Outra mudança de hábito a ser considerada diz respeito ao transporte. Os deslocamentos de carro, segundo o especialista, só valem a pena quando se observam atentamente alguns critérios, como a distância a ser percorrida.

– Fiz um estudo sobre o tema que constatou que, para os deslocamentos até 17 quilômetros, vale mais a pena, financeiramente, pegar condução de terceiros, como táxi, lotação ou ônibus. Só a partir disso é que é melhor usar o carro, que, além dos custos de manutenção, demanda gastos com estacionamento, por exemplo – avalia.

Por fim, mas não menos importante, é essencial manter-se longe de dívidas. Endividamentos desnecessários e compras a longo prazo podem comprometer um dinheiro que poderia, em um momento de crise, ser aplicado em fundos de investimento – um destino rentável a médio e longo prazos.

Compras cujo valor total ultrapasse 50% da sua renda líquida precisam ser estudados com cuidado. Nesses casos, o consultor em finanças recomenda que sejam feitos, pelo menos, três orçamentos diferentes antes da compra. Se não houver como pagar à vista, a dica é parcelar o mínimo possível, ou em, no máximo, três vezes. Mas não é só:

– A soma de todas as parcelas, incluindo financiamentos, não pode comprometer mais de 30% do orçamento. Isso tem de ser observado sempre, não só nos períodos de inflação alta – explica o economista.