Blog de Finanças Pessoais


Descubra como ter o controle do seu dinheiro.

Chegou a final do MasterChef – que tal se inspirar e economizar cozinhando em casa?

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Crédito: Band / Divulgação

Hoje saberemos quem será o ganhador: Izabel Alvares ou Raul Lemos Crédito: Band / Divulgação

 

Depois de quase quatro meses do começo da temporada, nesta noite finalmente saberemos quem é o ganhador da segunda edição do MasterChef Brasil – Raul Lemos ou Izabel Alvares. Passada toda a ansiedade e emoção que o reality show pode nos trazer de lado, o programa tem mais a oferecer: incentivar as pessoas (re)começarem a cozinhar.

Não só é divertido e mais saudável, mas preparar suas próprias refeições economiza dinheiro. E muito! Comer fora e pedir tele entrega na maior parte das refeições é normal para a maioria das pessoas que trabalham oito horas por dia. Mas mesmo para quem recebe vale alimentação, esse dinheiro faz muita diferença no final do mês.

Você já fez as contas de quanto gasta com refeições fora de casa?

O principal motivo apontado para não cozinhar no dia a dia é tempo, mas é possível se organizar para preparar as refeições mesmo na rotina corrida que a maioria das pessoas tem.

1) Nem toda refeição precisa ser um prato gourmet digno de nota máxima dos jurados do MasterChef. Tem muitas refeições gostosas que podem ser feitas em poucos minutos. Para provar que eu não estou exagerando, o chef-super star Jamie Oliver tem um livro todo dedicado a receitas de 15 minutos.

2) Você pode preparar os alimentos antes para facilitar o dia a dia. Separe uma noite por semana e faça alguns pratos-chave como feijão e arroz, corte e tempere as carnes, faça um bom molho de tomate e descasque e pique legumes como cenoura e batata.

3) Além de preparar os alimentos, você pode de fato fazer refeições completas e congelá-las. Lembre de guardar os alimentos em porções, porque descongelar e congelar novamente estraga os produtos.

Para economizar ainda mais, você pode criar o hábito de ir na feira toda semana onde os produtos são mais baratos e mais saudáveis. Ou ainda pode pesquisar e encontrar o supermercado mais barato na sua região e fazer um rancho mensal dos produtos não perecíveis.

Tesouro Direto

Como investir no Tesouro Direto

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Imagem: Pixabay

 

Uma das principais preocupações de quem pretende começar a investir é garantir o recebimento do valor ao fim do período. E, quando o assunto é segurança, é quase unânime entre especialistas a opção pelo Tesouro Direto.

 

O Tesouro Direto são títulos públicos emitidos pelo governo federal com objetivo de juntar dinheiro para pagar dívidas e financiar setores como educação, saúde e infraestrutura. O investidor, nesse caso, empresta dinheiro ao governo.

 

Esses títulos são considerados seguros por um motivo simples: são garantidos pelo governo. E as chances de um país quebrar são consideravelmente mais baixas que as de qualquer instituição financeira privada fechar as portas.

 

Há duas maneiras de realizar esse tipo de investimento: a primeira é participando de um fundo que invista neles, quando a compra dos títulos é realizada por um administrador profissional. A segunda é comprar diretamente pela Internet. Para isso, no entanto, é preciso do chamado agente de custódia, que pode ser um banco ou uma corretora. Esse agente é apenas um intermediário: caso ele vá à falência, os títulos continuarão no seu nome e CPF.

 

Os títulos públicos podem ser pré-fixados (o rendimento é definido no momento em que é feito o investimento) ou pós-fixados (que têm a rentabilidade associada a algum índice, como o IPCA ou a Taxa Selic). Os títulos pós-fixados, em geral, se favorecem em um momento de alta dos juros. Já os pré-fixados podem garantir o rendimento em um momento de queda de juros.

 

Quando comprados, eles têm um prazo de vencimento, quando o governo pagará ao investidor o que foi investido. Mas se títulos forem vendidos antes dessa data, o ganho ou a perda estará sujeito ao valor de mercado naquele momento – no caso de ele ser menor do que o que você pagou, poderá perder dinheiro.

 

A exceção é o Tesouro Selic, que é pós-fixado. Ao vendê-lo antes do prazo, você irá resgatar o dinheiro aplicado somado aos juros do período, sem penalidades. Também por esse motivo, ele é indicado, para investidores principiantes, como substituto da poupança.

 

Já os juros sobre o rendimento você pode escolher receber a cada seis meses – e reinvestir o valor, caso deseje – ou ao final do investimento. O valor mínimo para aplicação é 1% do valor de um título, desde que não seja inferior a R$ 30.

 

Apesar das vantagens, há pelo menos três taxas que incidem sobre o Tesouro Direto e é bom ficar atento às suas variações. A taxa de corretagem é padronizada e cobrada semestralmente pela BM&FBOVESPA, que regula os investimentos na bolsa de valores. O valor é fixo, 0,3%, ao ano. O agente de custódia cobra uma taxa administrativa, que varia entre 0% e 0,5% ao ano. Por fim, o Imposto de Renda incide sobre o investimento. Nesse caso, quanto mais tempo você deixa seu dinheiro investido, menos você paga de imposto.
Mesmo com a cobrança de taxas, no entanto, o retorno dos títulos públicos ainda é superior ao de investimentos como a caderneta de poupança. Que tal dar uma chance a eles?

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Porque é tão difícil concretizar os objetivos financeiros

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De trocar de carro a fazer uma viagem de férias ao Exterior, tirar objetivos do papel pode não ser tarefa fácil. Mas você já pensou no que está fazendo para transformar seus sonhos de consumo em realidade?

Se a questão parece difícil de responder, é porque, provavelmente, você não está fazendo nada. E não é o único. Assim como fazer uma dieta, a ideia de privações que ronda o ato de economizar assusta muita gente, que prefere deixar – a dieta ou a economia – para mais tarde, e nunca começa.

 

Uma “dieta financeira” é como uma dieta comum.

 

É preciso saber o que se quer, e escolher momentos para se dar a alguns luxos. Se a pessoa não fizer isso, ela não saberá o porquê do esforço. Não tem graça nenhuma. – explica o coach financeiro Everton Lopes.

Assim, tanto para caber naquela roupa dois números menor que o seu no fim do ano quanto para passar as férias no caribe no próximo verão, o segredo é o mesmo: foco e disciplina, sem deixar de lado as pequenas recompensas.

Para o autor do livro Seu Bolso no Divã: enfrentando seus problemas financeiros de perto, o primeiro passo é adquirir consciência sobre os seus gastos, colocando tudo na ponta do lápis. Lopes recomenda pelo menos três meses de diagnóstico, desde as contas fixas até os gastos pequenos do dia a dia. A partir daí, é possível identificar onde é possível economizar e exercer um controle maior sobre o seu orçamento.

 

Para concretizar objetivos, é precisa fazer alguma coisa, e isso começa quando você olha para o seu orçamento.

 

Pode colocar em uma planilha, uma agenda, como quiser. O importante é que seja feito – destaca.

Ao ter consciência dos gastos, conforme Lopes, também é mais fácil evitar as compras por impulso. Isso porque, enxergando para onde vai o dinheiro, você passa a ter consciência do que é realmente indispensável no seu orçamento.

O segundo passo para fazer uma reserva financeira, segundo o coach, é aprender a viver com o que se ganha. Isso significa, entre outras coisas, não incorporar o limite do cartão de crédito e do cheque especial ao orçamento.

A sugestão é que, dentro do seu orçamento real, você divida seu salário em 60% para despesas fixas, alimentação e contas, 30% para lazer e 10% para pensar no futuro. Essa última parte, explica o especialista, deve ser sua economia fixa, ficando de fora do orçamento.

 

As pessoas precisam viver sua realidade financeira.

 

Se tem hábitos que você não abre mão, como comer um sushi ou ir para a balada, eles precisam entrar no orçamento. O que não pode é mexer no montante economizado para a meta – explica.

Para manter a disciplina, é importante colocar um prazo no seu objetivo. Se possível, trace mais de um: a curto, médio e longo prazos.

Não perca de vista seu fluxo de caixa: uma olhada no saldo bancário a cada 15 dias ajuda a manter o foco e a planejar os gastos. Se você gasta mais do que ganha, deve procurar uma forma de ganhar mais dinheiro.

Poupe, pesquise e pechinche quando tiver definido sua meta. Por fim, já mais organizado, experimente um desafio maior, tentando não gastar tudo o que economizou.

 

Para o perdulário e para o sovina o sofrimento é o mesmo: um não realiza seus sonhos porque não consegue economizar, enquanto o outro não o faz porque não se permite. O equilíbrio das contas, aliado a uma reserva financeira, dá tranquilidade para traçar planos e realizá-los.

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Qual o investimento mais indicado para 2015?

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Se o baixo crescimento econômico e a instabilidade política costumam desestimular grandes investidores a apostarem no Brasil, algumas de suas consequências, como o aumento da taxa básica de juros, podem favorecer os pequenos aplicadores.

Diante deste cenário econômico, os investimentos em renda fixa são os mais indicados. Isso porque a rentabilidade dessas aplicações acompanha a taxa Selic, que tem subido nos últimos meses e tende a continuar crescendo – atualmente, se aproxima dos 13%. Além disso, são oportunidades seguras e de boa liquidez.

Entre as opções em renda fixa, as mais recomendadas são as Letras Financeiras do Tesouro (LFTs), títulos públicos pós-fixados que acompanham a Selic, além de títulos bancários que pagam um percentual do Certificado de Depósitos Interbancários (CDI), como as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs).

Os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) são títulos emitidos pelos bancos para captar dinheiro junto a investidores. Eles são seguros porque são protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que assegura a recuperação dos investimentos em caso de liquidação ou falência da instituição. O ideal para quem busca este tipo de investimento é procurar instituições que paguem pelo menos 100% dos CDI.

Já as Letras Financeiras do Tesouro (LFTs) são emitidas pelo governo federal, o que as torna um dos mais seguros tipos de investimento. Elas são pós-fixadas e sua rentabilidade está atrelada à Taxa Selic. Para comprar esses títulos, é preciso um agente de custódia – que pode ser o seu banco em alguns casos.

Outras boas opções em rende fixa são as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs). Enquanto as primeiras estão vinculadas ao mercado imobiliário – e vão bem, embora esse mercado não esteja em boa fase -, as LCAs têm o lastro de sua operação no agronegócio. As principais vantagens desses títulos é que eles são isentos de imposto de renda e têm garantia do FGC.

As Letras de Câmbio são geradas por instituições financeiras que trabalham com Crédito Consignado e Crédito Pessoal, que captam o que será emprestado. As rentabilidades deste tipo de investimento são bastante expressivas: algumas chegam a pagar 130% do CDI. Elas também são protegidas pelo FGC.

Por fim, os fundos DI buscam acompanhar a variação diária das taxas de juros (Selic/CDI), e, portanto, se beneficiam em um cenário de alta de juros. Eles costumam investir 95% em títulos do Tesouro Nacional, o que torna esse tipo de investimento muito seguro.

Como todo tipo de investimento, as aplicações em renda fixa também têm custos, que devem ser avaliados com cautela para que o investidor não perca dinheiro. A incidência de taxas de administração ou do Imposto de Renda, além da inflação do período, podem corroer a rentabilidade do investimento.

Quanto mais tempo o valor ficar investido, menor a alíquota a ser paga. As taxas costumam partir de 22,5% para aplicações de até 180 dias e baixam a 15% para aquelas que superam 720 dias.

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10 dicas criativas para gastar menos dinheiro

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Economizar não é o único caminho para juntar dinheiro, mas usar os recursos com sabedoria nunca fez mal a ninguém. Além disso, as pequenas economias podem ajudar a dar aquele upgrade nas suas férias ou mesmo na hora de fazer uma compra de maior valor.

A boa notícia é que, diferente do que muitos imaginam, gastar menos pode ser, sim, indolor – e, por que não, divertido? Para dar uma força nessa missão bem possível, listamos 10 dicas criativas para você gastar menos no dia a dia:

 

1 – Cozinhe mais em casa

Refeições em restaurantes custam, pelo menos, 50% a mais do que você pagaria por um almoço ou janta no conforto do lar. Que tal começar a colocar seus dotes culinários em prática? Se faltar tempo para almoçar em casa, uma boa opção é levar a própria comida para o trabalho. No fim de semana, tente fazer sua própria pizza em vez de pedir tele-entrega.

 

2 – Antes de comprar, tente consertar

Nem todo o objeto precisa ser substituído quando apresenta um problema. Antes de sair correndo para o shopping, veja se não vale a pena consertar.

 

3 – Vá de carona

Converse com os colegas de trabalho que moram perto da sua casa e proponha uma escala de revezamento – também é possível fazer isso com os vizinhos que costumam passar pelo seu trabalho. Além de baratear os custos, o trajeto em grupo é mais seguro e divertido.

 

4 – Dê férias ao cartão de crédito

Experimente deixar o cartão de crédito em casa por algumas semanas e pagar tudo à vista. Ver o dinheiro indo embora dói mais, e vai fazer você pensar duas vezes antes de gastar.

 

5 – Empreste e peça emprestado

Você já parou para pensar quantas vezes no ano usa uma furadeira? E um vestido de gala? Amigos não são só para jogar conversa fora. Empreste a eles e peça emprestado quando precisar. O que for economizado pode ser revertido para aquele happy hour que nunca sai por falta de dinheiro.

 

6 – Escolha um dia por mês para não comprar nada

A ideia é ousada, mas vale o esforço: separe um dia por mês para não gastar nenhum centavo. Quando você perceber que é possível passar um dia sem comprar nada, ficará mais confiante para evitar o consumo por impulso.

 

7 – Faça mais festas no apê

Em vez de ir todo fim de semana à balada, convide os amigos para fazer algo em casa. Todo mundo colabora, se diverte e ainda economiza – sempre respeitando os vizinhos, é claro.

 

8 – Troque a academia por exercícios ao ar livre

Crie o hábito de caminhar ou se exercitar no parque, na praça ou em outro ponto ao ar livre. Vale até aquele passeio com o cachorro pelas ruas do bairro.

 

9 – Não vá às compras sem lista

Antes de ir ao supermercado, elabore uma lista de compras. Siga ela à risca e curta a sensação de saber antes o quanto vai gastar, sem ceder às tentações das prateleiras.

 

10 – Faça você mesmo

Comece a fazer as coisas sozinho. Isso pode incluir a limpeza da casa, o cuidado com o gramado, ou qualquer outra coisa que você costuma pagar outras pessoas para fazer. Você pode desenvolver novas habilidades e ainda guardar uns trocados.

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Como ensinar os seus filhos a ter uma vida financeira saudável

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"Muitos pais achavam que estavam protegendo a criança, mas economia não é uma questão de proteção, e sim de exercício."

− Ana Pregardier - Especialista em educação financeira para crianças

Foi-se o tempo em que as contas da casa eram discutidas a portas fechadas, longe das crianças. Para especialistas em educação financeira, os filhos não só podem, como devem, participar e entender da economia da casa desde cedo.

Um dos principais motivos para tantos adultos terem dificuldades em economizar é que eles não foram ensinados a isso. Muitos pais achavam que estavam protegendo a criança, mas economia não é uma questão de proteção, e sim de exercício – explica a especialista em educação financeira para crianças Ana Pregardier.

O primeiro ponto a ser compreendido pelos pais antes de colocar a economia em pauta na família é que finanças não se tratam apenas de dinheiro, mas, principalmente, a busca por soluções amigáveis para resolver as situações do dia a dia.

É importante abordar as necessidades. As crianças precisam saber escolher, saber o que realmente precisam e o que vale a pena ou não para conseguir as coisas – defende.

 

Atitudes simples como ensinar seu filhos a cuidar das próprias roupas e a guardar os brinquedos depois de usá-los, por exemplo, são um bom exercício. O passo seguinte é envolver as crianças na economia da casa.

Ao contrário do que se imagina, lidar com finanças não é só para os maiores. Autora de três livros sobre educação financeira para crianças, Ana diz que mesmo os que ainda não sabem ler podem aprender sobre o assunto.

As crianças em idade pré-escolar se sentem particularmente especiais quando são incluídas no mundo dos adultos. É uma oportunidade para os pais criarem um vínculo entre os filhos e as rotinas da casa – explica.

Um jeito de envolver os pequenos nas questões econômicas do lar é convidá-los a elaborar a lista de compras da casa. A partir daí, a criança pode ser questionada sobre as necessidades da casa, isso funciona como um estímulo à reflexão.

Mas a brincadeira não para por aí. Após isso, chega a parte temida até pelos pais mais seguros: levar os pequenos ao supermercado.

 

É importante levá-los às compras e seguir à risca o que foi listado. Os itens supérfluos são permitidos, mas têm que estar na lista. A criança, ao perceber sua responsabilidade, não irá se distrair tanto com as tentações das prateleiras – diz.

 

Com os alfabetizados, a atividade sobe um degrau na escala de responsabilidades. Uma boa ideia é transformá-los em “guardiões” de alguma das contas da família.

Nesse caso, a criança vira responsável, por exemplo, pela conta de luz, com a missão de controlar tudo o que estiver ligado sem necessidade até a chegada da nova conta. No fim do período, os pais devem mostrar ao filho o que foi economizado com a sua ajuda.

O ideal é pegar o valor poupado e dividir por dois: a metade fica com os pais e a outra metade, com a criança. Assim, ela se sentirá recompensada, mas entenderá que é preciso dividir.

Já as atividades com os maiores, a partir dos 10 anos, pode-se introduzir um novo conceito: o de controle financeiro. Para isso, segundo a especialista, o mais recomendado é conversar com os filhos sobre o que eles desejam ter, mas ainda não ganharam ou não puderam comprar – como um videogame ou uma bicicleta nova. A partir daí, deve-se criar uma planilha com a data em que o sonho será realizado e o quanto é preciso para torná-lo realidade.

Os pais devem ajudar os filhos, mas quem vai controlar a tabela é o jovem. Assim, ele vai começar a ter uma noção de planejamento e racionalizar os gastos – explica Ana.

 

É nesse momento que se começa a criar o hábito do controle financeiro, e os jovens passam a entender a importância de planejar seus gastos. Com os adolescentes, um método interessante é a utilização de aplicativos de gerenciamento financeiro, como o Finanças Pessoais, alternativa que desperta o interesse dos jovens. O resultado disso, segundo a especialista, serão adultos mais conscientes sobre o real valor do dinheiro.

É importante entender e mostrar às crianças que só juntar e não gastar não faz sentido. O dinheiro é um meio. Serve para facilitar as coisas.

hashtag

Sub-categorizar suas despesas com #hashtags

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"...Poderia alem das categorias você ter opção de adicionar subcategoria..."

− Carlos Eduardo

"...app leve, visualmente bem feito, porém necessita melhorias simples como a possibilidade da criação de subpastas..."

− Alfredo

"Inserire il tipo di pagamento enserire sottocategorie..."

− Luca Trivelli (Italy)

Olá,

 

Atendendo o pedido de muitos usuários, pensamos na melhor forma para você categorizar e sub-categorizar as tuas despesas e receitas. Agora ficou muito fácil detalhar uma categoria.

 

Como criar uma sub-categoria?

 

É muito fácil sub-categorizar as suas despesas e receitas, você só precisa usar #hashtags na descrição da transação financeira.

Você também pode cadastrar mais de uma #hashtag, permitindo assim um melhor controle e acompanhamento de onde esta indo o seu dinheiro.

Estamos trabalhando para entregar a melhor experiência ao lançar uma despesa ou receita, seu feedback é muito importante. Por favor, comente neste post o que você achou.

 

Versão suportada: 3.31+

Você precisa ter a versão 3.31 ou superior do Finanças Pessoais. Estamos atualizando, em breve todos usuários poderão utilizar este recurso.

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Colocando a vida em ordem, com um planejamento financeiro

By | Comportamento, Dicas | 4 Comments

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Como fazer um planejamento financeiro e começar a administrar o seu dinheiro

O diagnóstico, que é essencial, é um grande problema para as pessoas.

Organizar a vida financeira é o primeiro passo para a realização de boa parte dos sonhos de consumo mais populares: de uma viagem à casa própria, tudo exige planejamento. Mas por onde começar? Para o couch financeiro Ronald Dennis Pantin Filho, o método mais eficiente para administrar o seu dinheiro de forma inteligente se divide em quatro etapas: diagnosticar, sonhar, orçar e poupar.

Se eu perguntar quais as suas grandes despesas, você vai ter na ponta da língua, mas o ralo do dinheiro são justamente as coisas que não são controladas, os pequenos valores – explica o especialista.

Ou seja, antes de tudo, é preciso colocar os gastos – todos eles – no papel. A primeira dica, segundo Ronald, é anotar tudo que se gasta em um período determinado – um mês para assalariados e três meses para profissionais liberais. Isso pode ser feito em um caderninho, em um programa de tabela, como o Microsoft Excel, ou em um aplicativo de gerenciamento financeiro, como o brasileiro Finanças Pessoais.

O ideal é registrar essas despesas de forma estratificada, separando, por exemplo, combustível, farmácia, padaria e lazer. Ao fim do período, será possível identificar quais são os gastos mais significativos, quais aqueles que foram realmente necessários e onde é possível economizar para, a partir daí, iniciar o controle do dinheiro.

A segunda etapa consiste em estabelecer metas para o seu dinheiro. Escolher um sonho e transformá-lo em um objetivo, com data marcada para ocorrer, serve de estímulo para economizar.

"Normalmente as pessoas se sentem motivadas a controlar os gastos quando tem um objetivo maior"

− Ronald Dennis Pantin Filho (Coach Financeiro)

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O terceiro passo é fazer um orçamento da meta a ser atingida. De acordo com o especialista, produtos de maior valor podem ter variações de 30 a 40% de um lugar para outro. Para não perder dinheiro, o mantra é nunca aceitar a primeira oferta. Fazer pelos menos três orçamentos diferentes, seja pessoalmente ou pela internet – há sites que comparam preços –, é fundamental para fechar um bom negócio.

Outra dica é dar preferência às compras à vista, que aumentam o poder de barganha do consumidor:

A maioria dos produtos que chamamos de commodities, como móveis e eletrodomésticos, tem juros embutidos no valor para estimular o parcelamento.

Se você vai fazer uma compra à vista e a loja não quer dar desconto, busque outra.

Com o objetivo traçado e devidamente orçado, é hora de usar o diagnóstico feito na primeira etapa para, finalmente, cortar despesas. Poupar parece difícil, mas com os gastos controlados, aos poucos pode se tornar um hábito, possibilitando a concretização de desejos antigos. O ideal para começar a economizar é guardar, no mínimo, 10% da renda mensal.

"O brasileiro em geral tem foco nas despesas, não nas receitas."

− Ronald Dennis Pantin Filho

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A pessoa tem que ter em mente que não pode contar com aquele dinheiro. Se você considerar que ganhar x, vai gastar x. Tem que esquecer esses 10%.

Por fim, acredita o coach financeiro, é preciso aos poucos mudar a lógica usada para administrar o dinheiro. Em vez de focar nas despesas, pensando somente em como reduzir custos, é importante pensar em formas de aumentar suas receitas.

O brasileiro em geral tem foco nas despesas, não nas receitas. A pergunta tem que ser diferente: quanto eu vou poder ganhar com isso? É uma mudança comportamental. Tem que ter foco na redução, é claro, mas pensar o que pode fazer de diferente para aumentar as receitas.

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Tirando o dinheiro da poupança: como começar a investir em renda fixa

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Imagem: Pixabay/Negativespace

A poupança é um lugar seguro e conveniente, por outro lado, sabemos que ela está longe de ser a melhor escolha quando se trata de investir.

Se a poupança é um lugar seguro e conveniente para proteger seu dinheiro da inflação, por outro lado, sabemos que ela está longe de ser a melhor escolha quando se trata de investir. A boa notícia é que existem opções que fazem o seu dinheiro render mais e são tão seguras quanto a caderneta.

 

Uma boa maneira de começar sem correr riscos é optar pelos investimentos em renda fixa – da mesma família da caderneta de poupança. Isso porque eles consistem em aplicações financeiras que prometem devolver o principal investido mais os juros referente período em que o dinheiro ficou depositado, ou seja, o retorno é garantido.

 

Esses títulos rendem mais que a poupança porque costumam pagar uma porcentagem do CDI, taxa fixada diariamente pelos bancos, que acompanha a evolução da Selic, a taxa básica de juros (atualmente em torno de 13%). Os principais ativos de renda fixa são os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), o Tesouro Direto e os fundos de investimento.

Tipo de emissor do título, público ou privado

Esses investimentos se dividem, basicamente, pelo tipo de emissor do título, que pode ser público – como no caso do Tesouro Direto – ou privado – CDB, LCI, LCA e fundos – e pelo prazo de duração do investimento: pré-fixados ou pós-fixados.

 

Os títulos públicos, como o Tesouro Direto, são ativos que se constituem em dívidas do Governo Federal para o financiamento de atividades como educação, saúde e infraestrutura. O valor mínimo para começar a investir é modesto: a partir de R$ 30. Mas é preciso um agente de custódia – que pode ser o seu banco – para começar. O Tesouro Nacional negocia diferentes tipos de títulos, todos tributados pelo Imposto de Renda (IR).

 

Entre os títulos de emissão privada, estão os CDBs, vinculados aos bancos, LCIs, do mercado imobiliário, LCAs, vinculados ao agronegócio, e os fundos de investimentos. Eles podem ser pré ou pós-fixados e contar ou não com tributação. Em relação aos fundos de investimento, é importante buscar aqueles que oferecem taxas de administração mais baixas, de preferência, abaixo de 0,7% ao ano.

Valor mínimo a ser investido

O valor mínimo a ser investido, nesses casos, costuma ser mais alto que o dos títulos públicos. A solidez da instituição também é algo para ser levado em conta, uma vez que seu dinheiro estará vinculado ao banco ou empresa que emitiu a aplicação.

 

Em relação aos prazos, os títulos pré-fixados são aqueles em que o cliente sabe, no momento do investimento, qual será o seu rendimento, como, por exemplo, um CDB que promete pagar 2% ao mês. Nos pós-fixados, o retorno só é conhecido na data de vencimento do título. Em geral, sua rentabilidade é vinculada a algum tipo de indexador que varia de acordo com as oscilações das taxas de juros.

 

Os títulos pré-fixados são instrumentos favorecidos em períodos de inflação baixa, controlada, e com a Taxa Selic em queda. Já os pós-fixados são favorecidos quando a taxa de juros básica está em elevação, com a inflação sob controle.

Palestra gratuita: “Como começar a investir em 2015″

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O Finanças Pessoais, em parceria com o Meu Bolso Cheio, está organizando uma palestra online gratuita sobre investimentos. O cenário atual – com a crise financeira, juros e inflação altos – está incentivando cada vez mais as pessoas a tirar o dinheiro da poupança e investir. Porém, ainda são poucos brasileiros que tem o hábito de investir e o tema é nebuloso para a maioria.

Alcides Maciel e Rafael Recidive, criadores do Meu Bolso Cheio e especialistas em finanças pessoais e investimentos, vão explicar “Como começar a investir em 2015”. Eles irão falar sobre o cenário econômico atual, como tirar proveito das altas taxas de juros e onde investir o seu dinheiro – seja pouco ou muito, para curto ou longo prazo.

Durante a palestra, é possível enviar perguntas, que serão respondidas no final do talk. O evento acontece na próxima quinta-feira, dia 23 de julho, às 20h. Para participar, basta acessar a página do evento e clicar no botão “sim” em resposta a pergunta “Vai assistir ao Hangout?”.

Saiba um pouco mais sobre os palestrantes:

Alcides Maciel

Administrador, 10 anos de experiência com finanças pessoais e investimentos, 5 anos de experiência no mercado bancário. Co-autor do livro “Os Segredos para Atingir a Riqueza”. Trabalha com desenvolvimento de pessoas na Petrobras.

Rafael Recidive

Administrador e Especialista em Negócios Financeiros. Possui 12 anos de experiência no mercado sendo 7 no mercado financeiro.

Serviço

O que: Palestra online gratuita “Como começar a investir em 2015”

Quando: 23 de julho às 20h

Para se increver e assistir: https://plus.google.com/events/ci02hq87edd1smh9jkkhmkrorkc