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Descubra como ter o controle do seu dinheiro.

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Chegou a final do MasterChef – que tal se inspirar e economizar cozinhando em casa?

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Crédito: Band / Divulgação

Hoje saberemos quem será o ganhador: Izabel Alvares ou Raul Lemos Crédito: Band / Divulgação

 

Depois de quase quatro meses do começo da temporada, nesta noite finalmente saberemos quem é o ganhador da segunda edição do MasterChef Brasil – Raul Lemos ou Izabel Alvares. Passada toda a ansiedade e emoção que o reality show pode nos trazer de lado, o programa tem mais a oferecer: incentivar as pessoas (re)começarem a cozinhar.

Não só é divertido e mais saudável, mas preparar suas próprias refeições economiza dinheiro. E muito! Comer fora e pedir tele entrega na maior parte das refeições é normal para a maioria das pessoas que trabalham oito horas por dia. Mas mesmo para quem recebe vale alimentação, esse dinheiro faz muita diferença no final do mês.

Você já fez as contas de quanto gasta com refeições fora de casa?

O principal motivo apontado para não cozinhar no dia a dia é tempo, mas é possível se organizar para preparar as refeições mesmo na rotina corrida que a maioria das pessoas tem.

1) Nem toda refeição precisa ser um prato gourmet digno de nota máxima dos jurados do MasterChef. Tem muitas refeições gostosas que podem ser feitas em poucos minutos. Para provar que eu não estou exagerando, o chef-super star Jamie Oliver tem um livro todo dedicado a receitas de 15 minutos.

2) Você pode preparar os alimentos antes para facilitar o dia a dia. Separe uma noite por semana e faça alguns pratos-chave como feijão e arroz, corte e tempere as carnes, faça um bom molho de tomate e descasque e pique legumes como cenoura e batata.

3) Além de preparar os alimentos, você pode de fato fazer refeições completas e congelá-las. Lembre de guardar os alimentos em porções, porque descongelar e congelar novamente estraga os produtos.

Para economizar ainda mais, você pode criar o hábito de ir na feira toda semana onde os produtos são mais baratos e mais saudáveis. Ou ainda pode pesquisar e encontrar o supermercado mais barato na sua região e fazer um rancho mensal dos produtos não perecíveis.

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Porque é tão difícil concretizar os objetivos financeiros

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De trocar de carro a fazer uma viagem de férias ao Exterior, tirar objetivos do papel pode não ser tarefa fácil. Mas você já pensou no que está fazendo para transformar seus sonhos de consumo em realidade?

Se a questão parece difícil de responder, é porque, provavelmente, você não está fazendo nada. E não é o único. Assim como fazer uma dieta, a ideia de privações que ronda o ato de economizar assusta muita gente, que prefere deixar – a dieta ou a economia – para mais tarde, e nunca começa.

 

Uma “dieta financeira” é como uma dieta comum.

 

É preciso saber o que se quer, e escolher momentos para se dar a alguns luxos. Se a pessoa não fizer isso, ela não saberá o porquê do esforço. Não tem graça nenhuma. – explica o coach financeiro Everton Lopes.

Assim, tanto para caber naquela roupa dois números menor que o seu no fim do ano quanto para passar as férias no caribe no próximo verão, o segredo é o mesmo: foco e disciplina, sem deixar de lado as pequenas recompensas.

Para o autor do livro Seu Bolso no Divã: enfrentando seus problemas financeiros de perto, o primeiro passo é adquirir consciência sobre os seus gastos, colocando tudo na ponta do lápis. Lopes recomenda pelo menos três meses de diagnóstico, desde as contas fixas até os gastos pequenos do dia a dia. A partir daí, é possível identificar onde é possível economizar e exercer um controle maior sobre o seu orçamento.

 

Para concretizar objetivos, é precisa fazer alguma coisa, e isso começa quando você olha para o seu orçamento.

 

Pode colocar em uma planilha, uma agenda, como quiser. O importante é que seja feito – destaca.

Ao ter consciência dos gastos, conforme Lopes, também é mais fácil evitar as compras por impulso. Isso porque, enxergando para onde vai o dinheiro, você passa a ter consciência do que é realmente indispensável no seu orçamento.

O segundo passo para fazer uma reserva financeira, segundo o coach, é aprender a viver com o que se ganha. Isso significa, entre outras coisas, não incorporar o limite do cartão de crédito e do cheque especial ao orçamento.

A sugestão é que, dentro do seu orçamento real, você divida seu salário em 60% para despesas fixas, alimentação e contas, 30% para lazer e 10% para pensar no futuro. Essa última parte, explica o especialista, deve ser sua economia fixa, ficando de fora do orçamento.

 

As pessoas precisam viver sua realidade financeira.

 

Se tem hábitos que você não abre mão, como comer um sushi ou ir para a balada, eles precisam entrar no orçamento. O que não pode é mexer no montante economizado para a meta – explica.

Para manter a disciplina, é importante colocar um prazo no seu objetivo. Se possível, trace mais de um: a curto, médio e longo prazos.

Não perca de vista seu fluxo de caixa: uma olhada no saldo bancário a cada 15 dias ajuda a manter o foco e a planejar os gastos. Se você gasta mais do que ganha, deve procurar uma forma de ganhar mais dinheiro.

Poupe, pesquise e pechinche quando tiver definido sua meta. Por fim, já mais organizado, experimente um desafio maior, tentando não gastar tudo o que economizou.

 

Para o perdulário e para o sovina o sofrimento é o mesmo: um não realiza seus sonhos porque não consegue economizar, enquanto o outro não o faz porque não se permite. O equilíbrio das contas, aliado a uma reserva financeira, dá tranquilidade para traçar planos e realizá-los.

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10 dicas criativas para gastar menos dinheiro

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Economizar não é o único caminho para juntar dinheiro, mas usar os recursos com sabedoria nunca fez mal a ninguém. Além disso, as pequenas economias podem ajudar a dar aquele upgrade nas suas férias ou mesmo na hora de fazer uma compra de maior valor.

A boa notícia é que, diferente do que muitos imaginam, gastar menos pode ser, sim, indolor – e, por que não, divertido? Para dar uma força nessa missão bem possível, listamos 10 dicas criativas para você gastar menos no dia a dia:

 

1 – Cozinhe mais em casa

Refeições em restaurantes custam, pelo menos, 50% a mais do que você pagaria por um almoço ou janta no conforto do lar. Que tal começar a colocar seus dotes culinários em prática? Se faltar tempo para almoçar em casa, uma boa opção é levar a própria comida para o trabalho. No fim de semana, tente fazer sua própria pizza em vez de pedir tele-entrega.

 

2 – Antes de comprar, tente consertar

Nem todo o objeto precisa ser substituído quando apresenta um problema. Antes de sair correndo para o shopping, veja se não vale a pena consertar.

 

3 – Vá de carona

Converse com os colegas de trabalho que moram perto da sua casa e proponha uma escala de revezamento – também é possível fazer isso com os vizinhos que costumam passar pelo seu trabalho. Além de baratear os custos, o trajeto em grupo é mais seguro e divertido.

 

4 – Dê férias ao cartão de crédito

Experimente deixar o cartão de crédito em casa por algumas semanas e pagar tudo à vista. Ver o dinheiro indo embora dói mais, e vai fazer você pensar duas vezes antes de gastar.

 

5 – Empreste e peça emprestado

Você já parou para pensar quantas vezes no ano usa uma furadeira? E um vestido de gala? Amigos não são só para jogar conversa fora. Empreste a eles e peça emprestado quando precisar. O que for economizado pode ser revertido para aquele happy hour que nunca sai por falta de dinheiro.

 

6 – Escolha um dia por mês para não comprar nada

A ideia é ousada, mas vale o esforço: separe um dia por mês para não gastar nenhum centavo. Quando você perceber que é possível passar um dia sem comprar nada, ficará mais confiante para evitar o consumo por impulso.

 

7 – Faça mais festas no apê

Em vez de ir todo fim de semana à balada, convide os amigos para fazer algo em casa. Todo mundo colabora, se diverte e ainda economiza – sempre respeitando os vizinhos, é claro.

 

8 – Troque a academia por exercícios ao ar livre

Crie o hábito de caminhar ou se exercitar no parque, na praça ou em outro ponto ao ar livre. Vale até aquele passeio com o cachorro pelas ruas do bairro.

 

9 – Não vá às compras sem lista

Antes de ir ao supermercado, elabore uma lista de compras. Siga ela à risca e curta a sensação de saber antes o quanto vai gastar, sem ceder às tentações das prateleiras.

 

10 – Faça você mesmo

Comece a fazer as coisas sozinho. Isso pode incluir a limpeza da casa, o cuidado com o gramado, ou qualquer outra coisa que você costuma pagar outras pessoas para fazer. Você pode desenvolver novas habilidades e ainda guardar uns trocados.

Imagem: Pixabay/StartupStockPhotos

Colocando a vida em ordem, com um planejamento financeiro

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Como fazer um planejamento financeiro e começar a administrar o seu dinheiro

O diagnóstico, que é essencial, é um grande problema para as pessoas.

Organizar a vida financeira é o primeiro passo para a realização de boa parte dos sonhos de consumo mais populares: de uma viagem à casa própria, tudo exige planejamento. Mas por onde começar? Para o couch financeiro Ronald Dennis Pantin Filho, o método mais eficiente para administrar o seu dinheiro de forma inteligente se divide em quatro etapas: diagnosticar, sonhar, orçar e poupar.

Se eu perguntar quais as suas grandes despesas, você vai ter na ponta da língua, mas o ralo do dinheiro são justamente as coisas que não são controladas, os pequenos valores – explica o especialista.

Ou seja, antes de tudo, é preciso colocar os gastos – todos eles – no papel. A primeira dica, segundo Ronald, é anotar tudo que se gasta em um período determinado – um mês para assalariados e três meses para profissionais liberais. Isso pode ser feito em um caderninho, em um programa de tabela, como o Microsoft Excel, ou em um aplicativo de gerenciamento financeiro, como o brasileiro Finanças Pessoais.

O ideal é registrar essas despesas de forma estratificada, separando, por exemplo, combustível, farmácia, padaria e lazer. Ao fim do período, será possível identificar quais são os gastos mais significativos, quais aqueles que foram realmente necessários e onde é possível economizar para, a partir daí, iniciar o controle do dinheiro.

A segunda etapa consiste em estabelecer metas para o seu dinheiro. Escolher um sonho e transformá-lo em um objetivo, com data marcada para ocorrer, serve de estímulo para economizar.

"Normalmente as pessoas se sentem motivadas a controlar os gastos quando tem um objetivo maior"

− Ronald Dennis Pantin Filho (Coach Financeiro)

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O terceiro passo é fazer um orçamento da meta a ser atingida. De acordo com o especialista, produtos de maior valor podem ter variações de 30 a 40% de um lugar para outro. Para não perder dinheiro, o mantra é nunca aceitar a primeira oferta. Fazer pelos menos três orçamentos diferentes, seja pessoalmente ou pela internet – há sites que comparam preços –, é fundamental para fechar um bom negócio.

Outra dica é dar preferência às compras à vista, que aumentam o poder de barganha do consumidor:

A maioria dos produtos que chamamos de commodities, como móveis e eletrodomésticos, tem juros embutidos no valor para estimular o parcelamento.

Se você vai fazer uma compra à vista e a loja não quer dar desconto, busque outra.

Com o objetivo traçado e devidamente orçado, é hora de usar o diagnóstico feito na primeira etapa para, finalmente, cortar despesas. Poupar parece difícil, mas com os gastos controlados, aos poucos pode se tornar um hábito, possibilitando a concretização de desejos antigos. O ideal para começar a economizar é guardar, no mínimo, 10% da renda mensal.

"O brasileiro em geral tem foco nas despesas, não nas receitas."

− Ronald Dennis Pantin Filho

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A pessoa tem que ter em mente que não pode contar com aquele dinheiro. Se você considerar que ganhar x, vai gastar x. Tem que esquecer esses 10%.

Por fim, acredita o coach financeiro, é preciso aos poucos mudar a lógica usada para administrar o dinheiro. Em vez de focar nas despesas, pensando somente em como reduzir custos, é importante pensar em formas de aumentar suas receitas.

O brasileiro em geral tem foco nas despesas, não nas receitas. A pergunta tem que ser diferente: quanto eu vou poder ganhar com isso? É uma mudança comportamental. Tem que ter foco na redução, é claro, mas pensar o que pode fazer de diferente para aumentar as receitas.

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Por que é tão difícil economizar dinheiro?

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Você já tentou fazer dieta? Geralmente, a pessoa fica muito empolgada e tem um início promissor. Porém, aos poucos, desespero e desânimo de se privar das coisas tomam conta, e acabam jogando tudo para o alto e desistindo.

Assim como no caso do regime, as pessoas costumam abandonar rapidamente a dieta financeira. Surgem as promoções, os lançamentos, o aniversário de casamento, e as pessoas acabam não resistindo as tentações.

Mas porque é tão difícil economizar dinheiro? O que você pode fazer para manter o controle de gastos e organizar as finanças pessoais?

 

A dificuldade em economizar

A equação para economizar – assim como para perder peso – é extremamente simples, gastar menos do que consome. Algumas pesquisas indicam que 63% das pessoas não estão economizando, ou estão economizando muito pouco. Nos Estados Unidos, foi verificado que quase metade dos americanos vivem de salário em salário.

Veja abaixo alguns dos motivos que faz com que economizar seja tão difícil:

 

Acreditamos que adiquirir produtos facilitará nossa vida

Costumamos dizer para nós mesmos que ao possuirmos o que queremos, seja um par de sapatos, um smartphone ou um carro novo, a nossa vida ficará mais fácil e prazeroza. No momento da compra existe uma sensação de euforia que gera prazer, no entanto, essa emoção é passageira, logo você terá um novo desejo para “completar “ a sua vida e irá querer atendê-lo.

 

Utilizamos uma mentalidade de seguir a maioria

Você pode está decidido a poupar e começa a fazer isso no início do ano, até que observa o seu amigo mudar o seu carro, o seu outro amigo compra o smartphone mais moderno com uma super câmera, os amigos planejam fazer uma viagem para o exterior e você ficará à parte de tudo isso? A nossa natureza nos leva a querer ser igual aos outros, logo, é mais fácil ter um celular ou um carro novo, do que ter um saldo positivo na poupança.

 

Priorizamos o presente

“O que os olhos não veem, o coração não sente” – é difícil levar em conta as necessidades futuras. Um dos motivos pelos quais não poupamos é que geralmente priorizamos as despesas urgentes e deixamos as despesas futuras para depois.

Temos alguns custos que já sabemos que teremos no decorrer do ano, como IPTU, IPVA, matrícula e material escolar, taxa de bombeiros entre outros., mas ao invés de juntas durante o ano, deixamos para a última hora. O resultado é a concentração de despesas em um período e muitas vezes a necessidade de se realizar outras dívidas para sanar as anteriores.

 

Nutrimos maus hábitos

Você tem consciência de que deve pagar as suas faturas em dia, que precisa controlar os seus gastos, que deve evitar a todo custo os juros de cartão de crédito e cheque especial, que são altíssimos. Mesmo sabendo de tudo isso, você sempre ultrapassa o limite do cartão, utiliza o cheque especial e paga contas após o vencimento.

Isso acontece pelo hábito de dar desculpas a si mesmo para comprar: “No ano passado eu não dei um bom presente para minha mãe”, ou “Eu realmente não preciso de mais um par de sapatos, mas esses ficaram perfeitos”, ou ainda, “Não posso perder essa promoção de modo algum”. Parar de abrir concessões exige esforço.

 

Como começar a economizar

 

Controle suas finanças

Para uma vez por mês para efetuar o controle financeiro. Arquive os comprovantes em uma pasta, organize todos os gastos e lance em sua ferramenta. Esse processo te ajudará a conhecer o seu padrão de gastos e a mudar seus hábitos financeiros.

 

Equilibre necessidades presentes e futuras

Existem dois erros muito comuns cometidos ao se realizar um planejamento financeiro: O primeiro é pensar apenas no agora, gastando mais do que deveria com essas coisas e deixando de lado o planejamento para o futuro, o outro é ao contrário: focar no futuro e deixar de realizar as atividades que geram prazer no dia a dia.

O ideal é que exista um equilíbrio, você deve analisar o quanto precisa para seus gastos fixos, o quanto quer poupar e quanto você pode gastar com lazer e outras despesas menos urgentes. O ideal é poupar para o futuro e também aproveitar o presente, sem sacrificar as coisas que você gosta de fazer.

 

Como cortar gastos

A primeira coisa que as pessoas pensam quando falamos em corte de gastos é em reduções com lazer, academia, cuidados pessoais. No entanto, esses custos são o que gera sensação de bem-estar e felicidade.

A dica é ter esses custos mapeados em seu planejamento, pois você pode facilmente cortar outros gastos e evitar que todo o seu planejamento financeiro esteja baseado em necessidades indispensáveis, como aluguel, contas e alimentação. Assim, caso você precise apertar ainda mais o orçamento futuramente, terá despesas menos importantes que poderão ser suspensas durante um tempo.

 

Saia do vermelho

Se você está no vermelho, a prioridade deve ser sair desta situação. Utilize o máximo de opções que você puder, reduza custos (mesmo que estes representam uma queda de qualidade de vida momentaneamente), tente refinanciar as dívidas, avalie algumas coisas que você poderia vender – como trocar seu carro por um mais barato e econômico, por exemplo –, converse com os credores e crie um plano de pagamento.

 

Seja disciplinado

Mantenha o controle mensal dos seus gastos e determine 30 minutos, uma vez por mês, para analisar como foi o seu comportamento frente ao que você havia planejado. Esta visão te ajudará a verificar com clareza a sua situação financeira e determinar o que precisa ser mudado para atingir o resultado esperado.

Como evitar brigas sobre dinheiro e economizar com seu parceiro

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Quando o casal começa a fazer planos para o futuro ou resolve morar junto, as discussões sobre dinheiro costumam aparecer. Neste estágio, o relacionamento vira uma espécie de sociedade e o casal tem que administrar contas, emergências e planos futuros. De acordo com pesquisa divulgada pelo SPC e o portal de educação financeira Meu Bolso Feliz, 16,7% dos brasileiros casados brigam por dinheiro, podendo esse percentual chegar a 22,7% quando as contas estão em atraso.

Porém, o relacionamento pode facilitar a vida financeira, ao dividir as responsabilidades, e não o dinheiro virar motivo de brigas entre o casal. Confira algumas dicas para não deixar a administração dos recursos causar problemas no relacionamento:

Comunique-se​

Não existe uma resposta certa sobre planejamento financeiro. Cada casal tem o seu modo de administrar os gastos e, por isso a comunicação é indispensável para que ambos entendam as prioridades, expectativas e responsabilidades de cada um. É importante não manter segredos: seja sincero com o seu parceiro sobre a sua situação financeira e dívidas.

Trabalhe em equipe

Geralmente, um dos parceiros é o responsável por administrar as finanças, ainda que haja contribuição de ambos. Mesmo que um fique responsável por gerenciar os recursos no dia a dia, é fundamental que as decisões sejam tomadas juntas e que ambos estejam a par da situação. Criem o hábito de se sentar com o seu parceiro pelo menos uma vez por mês para pagar as contas, discutir despesas e estabelecer ou revisar seus planos.

Estabeleça metas

Converse com o seu parceiro e estabeleçam juntos seus objetivos de curto (até um ano), médio (de um a dez anos) e de longo prazo (acima de dez anos). Pensando a longo prazo, vocês terão mais facilidade com o controle de gastos, evitando despesas supérfluas e conseguindo atingir as metas com mais facilidade.

Previna-se

É comum as pessoas pensarem que não ganham o suficiente pra economizar para um imprevisto ou que não tem com o que se preocupar ainda. Esse é o erro mais comum sobre planejamento financeiro: não se preparar para emergências. A falta de um “plano B” pode causar estresse e brigas entre o casal caso ocorra algum contratempo, então não deixe de criar uma poupança para os imprevistos.

Encoraje a autonomia

No outro extremo, é comum achar que as duas partes de um casal terão ou devem ter estilos de gastos iguais. As pessoas são diferentes e tem prioridades diferentes. Dividam as contas da maneira que parecer mais justo, juntem dinheiro para planos futuros, mas não deixem de reservar dinheiro para cada um gastar como julgar melhor.

E vocês? Como administram as contas do casal? Sugerem algum outra dica?