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Descubra como ter o controle do seu dinheiro.

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Colocando a vida em ordem, com um planejamento financeiro

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Como fazer um planejamento financeiro e começar a administrar o seu dinheiro

O diagnóstico, que é essencial, é um grande problema para as pessoas.

Organizar a vida financeira é o primeiro passo para a realização de boa parte dos sonhos de consumo mais populares: de uma viagem à casa própria, tudo exige planejamento. Mas por onde começar? Para o couch financeiro Ronald Dennis Pantin Filho, o método mais eficiente para administrar o seu dinheiro de forma inteligente se divide em quatro etapas: diagnosticar, sonhar, orçar e poupar.

Se eu perguntar quais as suas grandes despesas, você vai ter na ponta da língua, mas o ralo do dinheiro são justamente as coisas que não são controladas, os pequenos valores – explica o especialista.

Ou seja, antes de tudo, é preciso colocar os gastos – todos eles – no papel. A primeira dica, segundo Ronald, é anotar tudo que se gasta em um período determinado – um mês para assalariados e três meses para profissionais liberais. Isso pode ser feito em um caderninho, em um programa de tabela, como o Microsoft Excel, ou em um aplicativo de gerenciamento financeiro, como o brasileiro Finanças Pessoais.

O ideal é registrar essas despesas de forma estratificada, separando, por exemplo, combustível, farmácia, padaria e lazer. Ao fim do período, será possível identificar quais são os gastos mais significativos, quais aqueles que foram realmente necessários e onde é possível economizar para, a partir daí, iniciar o controle do dinheiro.

A segunda etapa consiste em estabelecer metas para o seu dinheiro. Escolher um sonho e transformá-lo em um objetivo, com data marcada para ocorrer, serve de estímulo para economizar.

"Normalmente as pessoas se sentem motivadas a controlar os gastos quando tem um objetivo maior"

− Ronald Dennis Pantin Filho (Coach Financeiro)

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O terceiro passo é fazer um orçamento da meta a ser atingida. De acordo com o especialista, produtos de maior valor podem ter variações de 30 a 40% de um lugar para outro. Para não perder dinheiro, o mantra é nunca aceitar a primeira oferta. Fazer pelos menos três orçamentos diferentes, seja pessoalmente ou pela internet – há sites que comparam preços –, é fundamental para fechar um bom negócio.

Outra dica é dar preferência às compras à vista, que aumentam o poder de barganha do consumidor:

A maioria dos produtos que chamamos de commodities, como móveis e eletrodomésticos, tem juros embutidos no valor para estimular o parcelamento.

Se você vai fazer uma compra à vista e a loja não quer dar desconto, busque outra.

Com o objetivo traçado e devidamente orçado, é hora de usar o diagnóstico feito na primeira etapa para, finalmente, cortar despesas. Poupar parece difícil, mas com os gastos controlados, aos poucos pode se tornar um hábito, possibilitando a concretização de desejos antigos. O ideal para começar a economizar é guardar, no mínimo, 10% da renda mensal.

"O brasileiro em geral tem foco nas despesas, não nas receitas."

− Ronald Dennis Pantin Filho

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A pessoa tem que ter em mente que não pode contar com aquele dinheiro. Se você considerar que ganhar x, vai gastar x. Tem que esquecer esses 10%.

Por fim, acredita o coach financeiro, é preciso aos poucos mudar a lógica usada para administrar o dinheiro. Em vez de focar nas despesas, pensando somente em como reduzir custos, é importante pensar em formas de aumentar suas receitas.

O brasileiro em geral tem foco nas despesas, não nas receitas. A pergunta tem que ser diferente: quanto eu vou poder ganhar com isso? É uma mudança comportamental. Tem que ter foco na redução, é claro, mas pensar o que pode fazer de diferente para aumentar as receitas.

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Conheça as vantagens e desvantagens dos cartões pré-pagos

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Você já ouviu falar deles. Amplamente difundidos em viagens internacionais, por darem a possibilidade de sacar dinheiro em qualquer moeda com taxas menores que as dos cartões de crédito, os cartões pré-pagos podem ser úteis também em território nacional.

Sua lógica é inversa à do cartão de crédito: em vez de comprar um produto e só começar a pagar dias depois, você o carrega com dinheiro antes de gastar. Ou seja: mantém os gastos sob controle, evitando a criação de dívidas.

Mas nem tudo são flores no mundo dos pré-pagos. A contrapartida pelas facilidades proporcionadas pelo cartão é a cobrança de diferentes taxas, que incidem sobre quase todas as operações disponibilizadas por ele.

O serviço já está se consolidando no Brasil com bandeiras como Conta Super, Zuum, Acesso, Meo e Cotação, além dos oferecidos pelos bancos. Conheça suas vantagens e desvantagens e descubra quando utilizá-los é uma boa opção:

 

#1 Substitui o papel-moeda :)

Os pré-pagos podem ser usados no lugar do dinheiro, evitando saques desnecessários.

 

#2 Compras seguras pela internet :)

Eles são uma boa opção para quem não se sente seguro em fornecer os dados do cartão de crédito pela internet e não quer usar o boleto bancário. Nos sites estrangeiros, têm uma vantagem adicional: o imposto cobrado sobre a operação com pré-pagos é bem menor do que com cartões de crédito. A taxa é de 0,38%, contra 6,38% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

 

#3 Controle de gastos :)

Os pré-pagos podem servir para controlar despesas, uma vez que é o usuário quem define, no carregamento, o quanto pretende gastar. Eles costumam ser recarregáveis e permitem que o titular controle os gastos de quem vai utilizá-los. Podem ser usados, por exemplo, para estimular seu filho adolescente a aprender a administrar o dinheiro.

 

#4 Não é preciso ter conta corrente :)

Os pré-pagos são interessantes para quem não possui conta corrente, porque, para adquiri-los, não é preciso comprovar renda. Além disso, são um meio seguro e quase universal de fazer compras e pagar contas.

 

#5 Taxas e mais taxas :(

Um dos principais poréns dos pré-pagos são as taxas. Apesar de não ter anuidade, as operações – emissão do cartão, manutenção mensal, saque e recarga – são quase todas cobradas. Dependendo do tipo de serviço que você precisa, a conta corrente ou até conta poupança terão um custo menor.

 

#6 Não serve como rendimento :(

O dinheiro depositado no pré-pago, diferentemente da poupança, por exemplo, não tem nenhum tipo de rendimento. Se a intenção não for gastar o dinheiro, é melhor deixá-lo guardado em algum fundo rentável.

 

#7 Não permite parcelamentos :(

Outro ponto que deve ser considerado é que o cartão pré-pago, diferentemente do cartão de crédito, não permite compras parceladas. Se você precisa desse serviço, terá de repensar a escolha.

Como não deixar a inflação afetar suas finanças

Como não deixar a inflação afetar suas finanças e acabar 2015 no positivo

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Longe de ser um bom ano para a economia, com o Banco Central prevendo que a inflação chegue aos 9%, 2015 pode acabar no positivo para quem souber administrar as finanças. E o melhor: não precisa ser um especialista em finanças, basta ficar atento aos preços, controlar os gastos e fazer um planejamento financeiro.

Segundo economista e consultor em finanças pessoais Alfredo Meneghetti, a saída para manter suas finanças saudáveis em tempos de crise começa com uma atitude simples: identificar os setores mais afetados pela inflação e apertar as rédeas dos gastos relacionados a eles.

No Brasil, os primeiros reflexos se deram na área de combustíveis, energia elétrica e alimentos. Ou seja, tanto esses setores quanto as áreas que dependem deles – e, consequentemente, farão repasses indiretos ao consumidor – têm de entrar na mira de quem quer economizar.

– Cada um precisa verificar no seu orçamento os itens mais volumosos e o que pode ser cortado. Em épocas de inflação alta, gastos com lazer são os primeiros a serem substituídos. Cozinhar em casa, evitar saídas à noite e trocar o cinema por um filme em um bom canal de TV são algumas alternativas que fazem diferença no bolso do cidadão – sugere o especialista.

Dentro de casa, é possível fazer economia com medidas praticamente indolores, conforme Meneghetti. Uma das maiores vilãs do orçamento neste ano, a conta de energia elétrica, por exemplo, pode ficar sob controle se o recurso for usado com inteligência.

Para começar, a substituição, na medida do possível, de tudo que é elétrico por versões a gás, costuma fazer a diferença no fim do mês. As lâmpadas comuns devem dar lugar às econômicas, e os eletrodomésticos que mais gastam energia, como o ferro de passar roupa, podem ser usados com menos frequência – sai mais barato passar todas as roupas de uma vez do que ligar o aparelho todos os dias.

Outra mudança de hábito a ser considerada diz respeito ao transporte. Os deslocamentos de carro, segundo o especialista, só valem a pena quando se observam atentamente alguns critérios, como a distância a ser percorrida.

– Fiz um estudo sobre o tema que constatou que, para os deslocamentos até 17 quilômetros, vale mais a pena, financeiramente, pegar condução de terceiros, como táxi, lotação ou ônibus. Só a partir disso é que é melhor usar o carro, que, além dos custos de manutenção, demanda gastos com estacionamento, por exemplo – avalia.

Por fim, mas não menos importante, é essencial manter-se longe de dívidas. Endividamentos desnecessários e compras a longo prazo podem comprometer um dinheiro que poderia, em um momento de crise, ser aplicado em fundos de investimento – um destino rentável a médio e longo prazos.

Compras cujo valor total ultrapasse 50% da sua renda líquida precisam ser estudados com cuidado. Nesses casos, o consultor em finanças recomenda que sejam feitos, pelo menos, três orçamentos diferentes antes da compra. Se não houver como pagar à vista, a dica é parcelar o mínimo possível, ou em, no máximo, três vezes. Mas não é só:

– A soma de todas as parcelas, incluindo financiamentos, não pode comprometer mais de 30% do orçamento. Isso tem de ser observado sempre, não só nos períodos de inflação alta – explica o economista.

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Como usar o cartão de crédito de maneira inteligente

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A possibilidade de comprar coisas e só começar a pagar depois é tentadora, mas o cartão de crédito pode se tornar um problema nas mãos de quem não sabe utilizá-lo. Sem o devido controle, a ilusão de crédito fácil proporcionada pelo cartão pode ser o primeiro empurrão para uma dívida difícil de quitar. Saiba como transformar o potencial vilão em aliado das suas finanças pessoais:

Escolha apenas um cartão

Para manter o controle sobre as suas despesas, procure concentrar os gastos em um único cartão. Ter vários cartões pode provocar um confusão com prazos, além de acumular anuidades.

Planeje suas compras

Para usar o cartão de crédito sem culpa, é importante ter em mente que o limite do banco não é o mesmo que o seu. Na hora da compra, não se deve pensar em quanto há para gastar, mas em quanto desse limite você pode pagar sem comprometer seu orçamento.

Não parcele a fatura

O parcelamento da fatura deve ser evitado a todo custo, já que os juros desse tipo de negociação estão entre os mais altos do mercado: a dívida pode dobrar em seis meses. Se tiver dificuldades para quitar a fatura, é melhor recorrer ao crédito pessoal, pagar o cartão à vista e parcelar o empréstimo, que tem juros mais baixos.

Evite saques

Saques no cartão de crédito são considerados como empréstimos. Os juros são altos, e também há cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Melhor evitar.

Ponha as despesas na ponta do lápis

Anote todas as despesas e guarde os comprovantes da compras realizadas, para que saiba onde e com que mais gastou. O extrato detalhado do cartão também ajudar a identificar e avaliar gastos que podem ser evitados ou cortados no futuro.

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Como calcular os juros do cheque especial e não se endividar

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O cheque especial, limite de crédito pré-­aprovado disponibilizado pelos bancos em conta corrente, pode ser útil em casos de emergência, mas deve ser usado com cuidado. Apesar de ele ser muito popular (principalmente pela facilidade para usá-lo), seus juros estão entre os mais altos das linhas de crédito ­atualmente: os dos principais bancos brasileiros variam entre 9,49% a 13,67% ao mês.

O risco de endividamento é alto porque os juros do cheque especial são cobrados mensalmente, mas seu cálculo é diário. As taxas incidem sempre sobre o saldo devedor (aquele que foi realmente utilizado do total liberado pelo banco).

Para descobrir como a sua dívida aumenta a cada dia, pode­-se utilizar o seguinte cálculo:

1) Divida a taxa mensal de juros de seu banco por 30 para saber qual é o percentual cobrado por dia. Por exemplo, no Banco do Brasil, em que a taxa é 9,84% ao mês, o valor ao dia fica em torno de 0,32%.

2) Multiplique número de dias em atraso pela taxa de juros ao dia. Se a taxa de juros diária é 0,32% e o cliente atrasa o pagamento por 14 dias, os juros sobre o valor devido será de 4,48%

3) Aplique o juros na dívida. Se o saldo devedor nesse caso é de R$ 500, os juros de 4,48%, referente aos 14 dias, aumentarão a dívida em R$ 22,40. Se o saldo seguir R$ 500 negativo por um mês, serão R$ 49,2 sobre a dívida inicial.

No entanto, alguns bancos não cobram os juros sobre o valor utilizado se o correntista cobrir o saldo devido em até 10 dias. Por isso, o cheque especial é mais indicado quando se pode sanar a dívida em curto prazo ­ se você sabe que irá receber dinheiro em poucos dias, por exemplo.

Mas atenção: caso o cliente ultrapasse 10 dias, o banco cobrará os juros de todo o período. Ou seja, se você ficar 11 dias no cheque especial pagará juros sobre 11 dias de empréstimo e não apenas por um.

Nesses casos, em que o cliente sabe que precisará de mais tempo para cobrir a dívida, são mais indicados outros tipos de crédito, divididos em parcelas menores e com taxas de juros mais baixas – como o crédito consignado ou o empréstimo pessoal.

Para prevenir surpresas desagradáveis, é recomendável, ainda, pesquisar sobre as taxas antes de escolher o banco. Cada um pode estipular um valor diferente à taxa de juros. Se você preferir não contar com o cheque especial, o cancelamento do serviço pode ser feito a qualquer momento.

Foto crédito: William Grootonk / flickr.com/photos/catatronic

Pense como um milionário: lições para quem quer acumular dinheiro

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Muita gente sonha em se tornar um milionário e com não ter que se preocupar com dinheiro, mas acham que é preciso ter muita sorte (ou nascer em família rica). Na verdade, é possível “chegar lá” sem ganhar na loteria ou inventar o novo Facebook. É tudo uma questão de maneira de pensar, estratégia e perseverança.

A melhor forma de aprender como conquistar um objetivo é com quem já conseguiu: entender como pensam e agem os milionários e aplicar os seus ensinamentos  Veja algumas atitudes que você pode adotar para alcançar o sucesso financeiro:

Escreva suas ideias

Os milionários estão sempre em busca de oportunidades e sabem que, muitas vezes, uma oportunidade perdida pode nunca mais voltar. Para evitar perder oportunidades, escreva a ideia assim que ela surgir, desta forma você não correrá o risco de esquecer, e volte a pensa nela melhor mais tarde. Não confie em sua memória, concentre todas as ideias no lugar escolhido.


Estabeleça metas

Todos os grandes milionários têm muita clareza de qual é o seu objetivo financeiro e criam planos de ação para atingi-los. Defina o seu objetivo e, em seguida, crie uma meta no modelo S.M.A.R.T, uma sigla do inglês que significa que a meta deve ser específica, mensurável, atingível, relevante e temporal.


Faça como Albert Einstein

Os milionários costumam utilizar com muita frequência uma técnica que Einstein usava para seus projetos: ele se visualizava na posição desejada e em seguida retrocedia gradativamente, imaginando os passos que foram dados até alcançar o resultado.

Imagine-se na posição que deseja está daqui a 5 anos e, a partir daí, responda a essas perguntas: qual é a sua aparência? Com que tipo de pessoas você está trabalhando? Qual a sua reputação no mercado? Qual a sua renda? Como você está executando o seu negócio?


A técnica do brainstorming

Esta é uma técnica muito simples e bastante usada no mundo empresarial. O termo brainstorming, do inglês, significa “tempestade cerebral”, ou seja, uma tempestade de ideias. Esse é o melhor modo para estimular o seu pensamento criativo e deixar você de bem com as suas finanças pessoais.

Por meio dela, você conseguirá pensar em várias formas de resolver os seus problemas. Escreva um problema ou o seu objetivo em forma de pergunta e, em seguida, escreva pelo menos 20 respostas para a pergunta, sem filtrar e deixar de escrever por a ideia é ruim ou impraticável – apenas escreva.

Por exemplo: digamos que você deseja dobrar o seu rendimento financeiro em 12 meses, então você deverá escrever: “Como eu posso dobrar o meu rendimento financeiro em 12 meses?”. Em seguida, você deve escrever, no mínimo, 20 respostas a essa pergunta.


Economize seu dinheiro

Se você deseja ficar rico, você deve economizar. Comece analisando as suas finanças e realizando pequenas economias. Depois, aumente gradativamente. Neste sentido, o mais importante é a educação mental, criar o hábito de poupar.

O primeiro passo nesse é determinar um valor fixo mensal que deve ser poupado e programar no seu banco uma transferência automática para o seu investimento (a maioria dos bancos tem essa opção na internet).

Analise também a necessidade de simplificar a sua vida para ter um maior capital e aumentar os seus rendimentos. Será que você precisa investir 500 mil em um apartamento ou é melhor alugar um imóvel? Pense que, ao comprar um apartamento, você reduz a sua mobilidade e imobiliza capital, o que pode fazer com que você perca algumas oportunidades de investimentos mais lucrativos.

 

Tenha paixão pelo que você faz

Todo milionário cometerá erros, em alguns casos podem chegar até a perder tudo. No entanto, em virtude do seu mindset conseguem se reerguer e atingir resultado maior que o inicial.

Um exemplo clássico é o Steve Jobs. Em seu histórico discurso para formandos em Stanford, ele comenta que o que o levou a dar a volta por cima e transformar o mundo da tecnologia, depois de ser demitido da própria empresa, foi o amor pelo que fazia.

Em seguida ele aconselha: “Você tem que descobrir o que você ama. Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é o que você acredita ser um ótimo trabalho”. Descubra o que você ama e em seguida descubra um meio de se tornar rico com isso.


Seja empreendedor

O melhor caminho para se tornar um milionário é através do empreendedorismo. A possibilidade de você se tornar um milionário trabalhando para outras pessoas é muito menor. Mas ter o próprio negócio envolve muitos riscos. É necessário conseguir capital e, dependendo do negócio, há necessidade de muitos funcionários para tocar o empreendimento.

Mas para se tornar milionário você terá, inevitavelmente, que correr muitos riscos. Nesse processo você terá sucessos e derrotas, e o mais importante é aprender com eles e calcular os próximos riscos, buscando minimizar as chances de erro.


Comprometa-se com a riqueza

As pessoas têm muitos desejos — como ter um corpo melhor, um trabalho melhor etc. — e ser milionário é apenas um deles. Mas quantas dessas pessoas realmente se comprometem para atingir o objetivo? Quantas são ativas na academia e controlam a alimentação? Quantas procuram se especialiazam e  se esforçam para virar profissionais melhores?

Apenas desejar ficar rico não é suficiente. O que você está fazendo para atingir este objetivo? Milionários sabem que não basta desejar o que você quer: para conseguir você precisa se comprometer a alcançar a riqueza e a manter-se rico.

Em suma, tenha em mente que tornar-se um milionário não é uma tarefa fácil, exigirá de você muito trabalho e muita disciplina.

Entenda porque criar um orçamento é essêncial para garantir o sucesso financeiro

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Attractive young African American woman working on finances at home wearing purlple jacket sitting at dining table.

 

Independente de qual é a sua renda, para manter uma vida financeira saudável, é preciso cultivar o hábito de criar orçamentos. Organização financeira e orçamento são coisas diferentes – primeira é uma maneira de acompanhar suas despesas e receitas, a outra está ligada a colocar limites e estabelecer categoria de gastos.

São conceitos simples que devem ser usados para colocar as contas em equilíbrio:


Planejamento X orçamento

É importante não confundir os dois: planejamento é um método de controle de gastos, onde se registra todas as receitas e despesas. O orçamento são valores que a pessoa estabelece para diferentes categorias de gastos, segundo a análise das suas próprias finanças. Por exemplo, R$400 por mês para supermercado, ou R$100 por semana com lazer.


Os benefícios de elaborar um orçamento

#1 Você passa a ter domínio do seu dinheiro

Quanto você prevê suas despesas e separa parcelas de sua receita para os diferentes gastos que você deve ter no mês, você não só fica longe de gastos excessivos, como consegue fazer seu dinheiro render mais, revisando os orçamentos e jogando as sobras de uma categoria para outras. Para isso, é importante anotar tudo que você gasta.

#2 Você fica focado em seus objetivos

Todos cultivam sonhos e metas. A viagem de lua de mel, um mestrado, filhos. Porém, a maioria acaba não realizando todos eles, ou pior, se endividando para concretizá-los. Se você criar orçamentos, pode separar dinheiro para concretizar suas metas sem dificuldade e não perder elas de vista.

#3 Você pode planejar investimentos

Quem não tem um orçamento pessoal jamais conseguirá poupar e até mesmo investir com regularidade para a construção de uma renda passiva (aquela em que você não precisa trabalhar para ganhar). Se você separar uma pequena parte de sua renda mensal para investir, vocês irá aumentar seus rendimentos sem precisar aumentar sua carga de trabalho.

Seguir um orçamento é criar categorias de custos para os quais serão destinados um valor específico por mês.

Como começar:

  • Você pode começar dividindo sua vida em centros de custos, tais como: casa, educação, saúde, alimentação e lazer.
  • Depois (e de acordo com seu planejamento), defina o quanto cada área/setor tem disponível para gastar. Por exemplo, o centro de custos “alimentação” pode ter uma verba mensal de R$ 500 enquanto o “lazer” fica com R$ 200.
  • Ultrapassar esses limites significa que você vai entrar no vermelho. Se isso por acaso acontecer, você deve economizar em outra categoria do seu orçamento para colocar as contas em dia e não se endividar.

Lembre-se: não basta criar um orçamento, você deve segui-lo fielmente. Portanto, monitore seus gastos diariamente.

Pode demorar alguns meses até você ter realmente o controle sobre todas as categorias e não ultrapassar os limites estabelecidos, mas não desista. Iso é um hábito a ser criado que fará grande diferença na sua vida.

 

5 dicas práticas para começar a economizar em tempos de crise

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Rodrigo Amorim  / flickr.com/photos/zetotal

Rodrigo Amorim / flickr.com/photos/zetotal

A inflação alta, a retração da economia e a falta de investimentos no mercado está atingindo a todos: os preços ficam cada vez mais altos, mas o rendimento segue o mesmo ou, em alguns setores, tende a diminuir. É um tempo difícil de economizar, mas, para não se endividar, a situação exige um controle de gastos eficiente.

Com planejamento e algumas práticas, é possível aprender a fazer o dinheiro render mais e economizar – seja para emergências ou para concretizar metas. Abaixo, confira cinco taticas para gastar menos.

Compare preços das futuras compras

Você tem uma poderosa arma em mãos: a internet. Ela deve ser uma aliada quando você precisa comprar algum item ou contratar um serviço. Visite as lojas online, veja quais são as condições de pagamento, estude os modelos e os preços. Muitas vezes, uma segunda marca oferece o mesmo produto com um preço melhor. Depois de comparar os preços na web, vale também checar os produtos em lojas físicas.

Desapegue de um vício

Alguns gastos cotidianos não são computados na hora de fazer o orçamento, mas, em alguns meses ou um ano eles fazem uma boa diferença. Por exemplo, se você fuma, sabe quanto gasta por ano com cigarros? Talvez seja a hora de fazer as contas e descobrir.

A mesma coisa vale para a cerveja de final do dia ou o cafézinho depois do almoço. Claro, não é preciso abandonar os prazeres da vida, mas coloque os gastos na ponta do lápis  e tente diminuir a frequência. De quebra, a sua saúde pode sair ganhando.

Espere uma semana para comprar

Esta é uma tática que deve ser aplicada por quem costuma comprar por impulso. As oportunidades surgem a toda hora, você é bombardeado diariamente por e-mails com promoção e “chances imperdíveis”. Mas será que você precisa realmente daquele produto?

Use uma regra simples para não cair nessa armadilha. Se você ainda estiver pensando no produto uma semana depois do primeiro contato, volte à loja para comprar. Mas, se você não lembrar mais, é porque não precisa e aquela era uma compra impulsiva.

Elimine e revise as taxas de juros

O Brasil possui uma das taxas de juros mais altas do mundo. E as taxas aplicadas no cartão de crédito e cheque especial são mais altas ainda. Então, se você precisar usar os limites extras do cartão ou do cheque, você vai perder muito dinheiro com os juros.

Evite o pagamento mínimo do cartão de crédito. Para isso, calcule exatamente o que pode gastar no mês. Se você parcelou alguma compra, espere quitar a dívida antes de fazer uma nova compra.

Faça o controle diário dos seus gastos

Essa é uma prática das mais indicadas para quem quer economizar. Saber o que você gasta por dia, naquelas compras miúdas, como o cafezinho, passando pelas refeições e a compra no supermercado, faz com que você tenha um controle eficiente das suas finanças. Use o celular ou até um bloquinho de papel e nao deixe de anotar nenhum gasto.

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Por que é tão difícil economizar dinheiro?

By | Comportamento, Dicas | 2 Comments

Você já tentou fazer dieta? Geralmente, a pessoa fica muito empolgada e tem um início promissor. Porém, aos poucos, desespero e desânimo de se privar das coisas tomam conta, e acabam jogando tudo para o alto e desistindo.

Assim como no caso do regime, as pessoas costumam abandonar rapidamente a dieta financeira. Surgem as promoções, os lançamentos, o aniversário de casamento, e as pessoas acabam não resistindo as tentações.

Mas porque é tão difícil economizar dinheiro? O que você pode fazer para manter o controle de gastos e organizar as finanças pessoais?

 

A dificuldade em economizar

A equação para economizar – assim como para perder peso – é extremamente simples, gastar menos do que consome. Algumas pesquisas indicam que 63% das pessoas não estão economizando, ou estão economizando muito pouco. Nos Estados Unidos, foi verificado que quase metade dos americanos vivem de salário em salário.

Veja abaixo alguns dos motivos que faz com que economizar seja tão difícil:

 

Acreditamos que adiquirir produtos facilitará nossa vida

Costumamos dizer para nós mesmos que ao possuirmos o que queremos, seja um par de sapatos, um smartphone ou um carro novo, a nossa vida ficará mais fácil e prazeroza. No momento da compra existe uma sensação de euforia que gera prazer, no entanto, essa emoção é passageira, logo você terá um novo desejo para “completar “ a sua vida e irá querer atendê-lo.

 

Utilizamos uma mentalidade de seguir a maioria

Você pode está decidido a poupar e começa a fazer isso no início do ano, até que observa o seu amigo mudar o seu carro, o seu outro amigo compra o smartphone mais moderno com uma super câmera, os amigos planejam fazer uma viagem para o exterior e você ficará à parte de tudo isso? A nossa natureza nos leva a querer ser igual aos outros, logo, é mais fácil ter um celular ou um carro novo, do que ter um saldo positivo na poupança.

 

Priorizamos o presente

“O que os olhos não veem, o coração não sente” – é difícil levar em conta as necessidades futuras. Um dos motivos pelos quais não poupamos é que geralmente priorizamos as despesas urgentes e deixamos as despesas futuras para depois.

Temos alguns custos que já sabemos que teremos no decorrer do ano, como IPTU, IPVA, matrícula e material escolar, taxa de bombeiros entre outros., mas ao invés de juntas durante o ano, deixamos para a última hora. O resultado é a concentração de despesas em um período e muitas vezes a necessidade de se realizar outras dívidas para sanar as anteriores.

 

Nutrimos maus hábitos

Você tem consciência de que deve pagar as suas faturas em dia, que precisa controlar os seus gastos, que deve evitar a todo custo os juros de cartão de crédito e cheque especial, que são altíssimos. Mesmo sabendo de tudo isso, você sempre ultrapassa o limite do cartão, utiliza o cheque especial e paga contas após o vencimento.

Isso acontece pelo hábito de dar desculpas a si mesmo para comprar: “No ano passado eu não dei um bom presente para minha mãe”, ou “Eu realmente não preciso de mais um par de sapatos, mas esses ficaram perfeitos”, ou ainda, “Não posso perder essa promoção de modo algum”. Parar de abrir concessões exige esforço.

 

Como começar a economizar

 

Controle suas finanças

Para uma vez por mês para efetuar o controle financeiro. Arquive os comprovantes em uma pasta, organize todos os gastos e lance em sua ferramenta. Esse processo te ajudará a conhecer o seu padrão de gastos e a mudar seus hábitos financeiros.

 

Equilibre necessidades presentes e futuras

Existem dois erros muito comuns cometidos ao se realizar um planejamento financeiro: O primeiro é pensar apenas no agora, gastando mais do que deveria com essas coisas e deixando de lado o planejamento para o futuro, o outro é ao contrário: focar no futuro e deixar de realizar as atividades que geram prazer no dia a dia.

O ideal é que exista um equilíbrio, você deve analisar o quanto precisa para seus gastos fixos, o quanto quer poupar e quanto você pode gastar com lazer e outras despesas menos urgentes. O ideal é poupar para o futuro e também aproveitar o presente, sem sacrificar as coisas que você gosta de fazer.

 

Como cortar gastos

A primeira coisa que as pessoas pensam quando falamos em corte de gastos é em reduções com lazer, academia, cuidados pessoais. No entanto, esses custos são o que gera sensação de bem-estar e felicidade.

A dica é ter esses custos mapeados em seu planejamento, pois você pode facilmente cortar outros gastos e evitar que todo o seu planejamento financeiro esteja baseado em necessidades indispensáveis, como aluguel, contas e alimentação. Assim, caso você precise apertar ainda mais o orçamento futuramente, terá despesas menos importantes que poderão ser suspensas durante um tempo.

 

Saia do vermelho

Se você está no vermelho, a prioridade deve ser sair desta situação. Utilize o máximo de opções que você puder, reduza custos (mesmo que estes representam uma queda de qualidade de vida momentaneamente), tente refinanciar as dívidas, avalie algumas coisas que você poderia vender – como trocar seu carro por um mais barato e econômico, por exemplo –, converse com os credores e crie um plano de pagamento.

 

Seja disciplinado

Mantenha o controle mensal dos seus gastos e determine 30 minutos, uma vez por mês, para analisar como foi o seu comportamento frente ao que você havia planejado. Esta visão te ajudará a verificar com clareza a sua situação financeira e determinar o que precisa ser mudado para atingir o resultado esperado.

Como evitar brigas sobre dinheiro e economizar com seu parceiro

By | Casais, Comportamento, Dicas | No Comments

Quando o casal começa a fazer planos para o futuro ou resolve morar junto, as discussões sobre dinheiro costumam aparecer. Neste estágio, o relacionamento vira uma espécie de sociedade e o casal tem que administrar contas, emergências e planos futuros. De acordo com pesquisa divulgada pelo SPC e o portal de educação financeira Meu Bolso Feliz, 16,7% dos brasileiros casados brigam por dinheiro, podendo esse percentual chegar a 22,7% quando as contas estão em atraso.

Porém, o relacionamento pode facilitar a vida financeira, ao dividir as responsabilidades, e não o dinheiro virar motivo de brigas entre o casal. Confira algumas dicas para não deixar a administração dos recursos causar problemas no relacionamento:

Comunique-se​

Não existe uma resposta certa sobre planejamento financeiro. Cada casal tem o seu modo de administrar os gastos e, por isso a comunicação é indispensável para que ambos entendam as prioridades, expectativas e responsabilidades de cada um. É importante não manter segredos: seja sincero com o seu parceiro sobre a sua situação financeira e dívidas.

Trabalhe em equipe

Geralmente, um dos parceiros é o responsável por administrar as finanças, ainda que haja contribuição de ambos. Mesmo que um fique responsável por gerenciar os recursos no dia a dia, é fundamental que as decisões sejam tomadas juntas e que ambos estejam a par da situação. Criem o hábito de se sentar com o seu parceiro pelo menos uma vez por mês para pagar as contas, discutir despesas e estabelecer ou revisar seus planos.

Estabeleça metas

Converse com o seu parceiro e estabeleçam juntos seus objetivos de curto (até um ano), médio (de um a dez anos) e de longo prazo (acima de dez anos). Pensando a longo prazo, vocês terão mais facilidade com o controle de gastos, evitando despesas supérfluas e conseguindo atingir as metas com mais facilidade.

Previna-se

É comum as pessoas pensarem que não ganham o suficiente pra economizar para um imprevisto ou que não tem com o que se preocupar ainda. Esse é o erro mais comum sobre planejamento financeiro: não se preparar para emergências. A falta de um “plano B” pode causar estresse e brigas entre o casal caso ocorra algum contratempo, então não deixe de criar uma poupança para os imprevistos.

Encoraje a autonomia

No outro extremo, é comum achar que as duas partes de um casal terão ou devem ter estilos de gastos iguais. As pessoas são diferentes e tem prioridades diferentes. Dividam as contas da maneira que parecer mais justo, juntem dinheiro para planos futuros, mas não deixem de reservar dinheiro para cada um gastar como julgar melhor.

E vocês? Como administram as contas do casal? Sugerem algum outra dica?