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Como ganhar dinheiro extra? 10 ideias para ter uma renda extra

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A instabilidade financeira e a inflação alta estão afetando fortemente o dia a dia das pessoas, das classes mais baixas às mais altas. As pessoas estão precisando rever seus hábitos e padrões de consumo e, mesmo assim, muitos não estão conseguindo pagar as contas.

Se você já faz seu controle financeiro, usa orçamentos para administrar seu dinheiro e está fazendo o possível para economizar e a situação ainda está ruim, pode ser a hora de descobrir como ganhar um dinheiro extra.

Confira 10 ideias para ganhar dinheiro extra:

#1 Dê aulas particulares

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Você deve ter algum conhecimento ou hábilidade que é útil para as pessoas. É fluente em algum idioma? Sabe tocar um instrumento musical? Tem conhecimento em alguma matéria escolar? Ou talvez alguma habilidade técnica, para mexer em softwares? Pense com calma o que você tem a oferecer e deixe as pessoas saberem. Avise para os amigos que você está oferecendo aulas particulares, divulgue nas redes sociais e em sites especializados como o Profes e o Professores de Plantão.

#2 Faça e venda

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Se você tem habilidade na cozinha, pode começar a vender algum produto como doces, pães, biscoitos, molhos, temperos e comida congelada. Se você tem habilidades manuais você pode pensar em fazer roupas, quadros, esculturas, almofadas, caixas e objetos de decoração em geral.

#3 Revenda produtos

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É possível ganhar um dinheiro considerável revendendo produtos. O nicho mais conhecido são os produtos de beleza, como Avon, Natura e Mary Kay, mas há outras opções de lojas que oferecerem a possibilidade de revenda, como Magazine Luiza, Polishop, Tupperware, Nestlé e Marisa.

#4 Explore suas habilidade e ofereça serviços

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Que habilidade você tem que podem ser útil para as outras pessoas? Você sabe trabalhar com madeira, elétrica ou encanamento? Ou sabe arrumar computadores e celulares? Talvez você possa prestar consultoria na sua área de formação, como administração, direito e finanças. Isso sem contar as áreas onde trabalhar como freelancer é mais comum como comunicação, design, fotografia e beleza. Explore suas habilidade e ofereça os serviços, há muitos sites especializados no assunto, como o Getninjas.

#5 Trabalhe com tradução

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Se você é fluente em algum idioma, você pode começar a trabalhar com tradução. Claro, antes de começar, se informe bem sobre o mercado e comece pegando trabalhos menores e mais simples.

#6 Crie um blog

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Gosta de escrever? Planeje um blog interessante, com um diferencial e aposte nele. Trabalhe na divulgação da página e, a medida que você ganhar mais visualizações, você pode ganhar dinheiro com anúncios. Você pode usar anúncios do Google Adsense ou procurar anunciantes diretos, que trabalhem com o tema do blog.

#7 Ofereça tour na sua cidade

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Se você conhece bem a sua cidade, planeje uma tour pelos principais pontos turísticos e ofereça online. Você pode cobrar previamente ou ainda fazer uma Free Walking Tour e trabalhar apenas por gorgetas.

#8 Cuide e passeie com animais

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Se você gosta de animais, você pode usar seu tempo livre para ser cuidadora de animas e passear com eles. Muitas pessoas não tem tempo ou viajam bastante e precisam deste serviços.

#9 Alugue

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Você pode alugar roupas para festa, instrumentos musicais, eletrônicos (como videogame e máquina fotográfica), carro, um quarto de sua casa, ou toda ela. Se você tem algo de valor que não usa com frequência, ofereça online e tenha uma renda extra sem gastar muito tempo.

#10 Trabalhe com eventos no final de semana

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Congressos, festas, palestras, estreias – há muitos tipos de eventos que precisam de temporários para trabalhar como recepcionista, recreacionista, caixa, etc. Procure agências de eventos na sua cidade e se inscreva.

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Como começar a juntar e como investir R$200 mensais

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Grande parte das pessoas tem o mesmo problema em relação a dinheiro: não consegue juntar porque gasta tudo que recebe. Isso acontece porque sempre há necessidades e desejos para serem saciados e nunca parece que aquela quantia, um valor pequeno, irá fazer diferença no futuro. O problema está na maneira de enxergar o fluxo de dinheiro e na falta de planejamento.

Se você pensar naquele R$100 gastos num sapato, os R$50 num jantar com a(o) namorada(o) e mais R$50 no barzinho com os amigos, não parece um mal gasto. Mas você precisa pensar a longo prazo. Como você consegue adaptar seus hábitos para economizar algum dinheiro? Qualquer quantia mensal irá fazer diferença depois de algum tempo, principalmente nos momentos de emergência que normalmente levam as pessoas a se endividarem.

Um valor bem acessível é R$200. Esse dinheiro pode não sobrar nunca, mas se você encarar como um compromisso, como uma conta a ser paga todo dia 5, não é díficil guardar esse valor. Uma maneira de fazer isso é contratar um poupança automatica e programar para que o banco transfira esse valor da sua conta corrente para a sua poupança automaticamente.

Quem sabe você não se organiza para começar a fazer isso agora, em janeiro de 2016?

Pense bem, no final do ano, esse R$200 são R$2400. Em dois anos, R$4800. Talvez pareça pouco, mas irá fazer diferença em caso de alguma emergência, ou para fazer uma viagem nas férias. Mas mais do que isso, você pode investir esse dinheiro e fazer ele render. Então, você irá guardar R$200 por mês, mas ganhará mais do que isso. Investir não é só para gente rica que possui grandes quantias. É possível começar a investir com valores baixos.

Para começar a investir você precisa levar algumas coisas em consideração:

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Rentabilidade x Risco

A regra geral dos investimentos é: quanto mais risco, maior a rentabilidade. Os investimentos de renda variável possuem a maior rentabilidade e também o maior risco. Se você tem pouco dinheiro para investir e está começando agora, você provavelmente deve focar em investimentos mais seguros, como os de renda fixa.

Liquidez

Mas você não deve apenas pensar em rentabilidade e segurança, você também tem que levar em conta a liquidez do investimento. A liquidez é a facilidade com que você pode retirar o seu dinheiro do investimento. A maioria dos investimento que possuem uma baixa liquidez rendem mais do que os que têm alta liquidez e você pode sacar o seu dinheiro a qualquer momento. Para tomar essa decisão você precisa saber qual o seu objetivo com o investimento.

Imposto x isenção

Algumas pessoas se assustam com o fato de ser preciso pagar imposto de renda sobre o rendimento de alguns investimentos, mas não há motivo para isso. O que não pode acontecer é ser pego desprevenido. Na hora de escolher o investimento, você tem que levar em conta quanto irá investir, por quanto tempo, qual a rentabilidade e quanto deverá pagar de imposto.

Em muitos casos, o imposto diminui quando o dinheiro é investido por períodos mais longos. Então muitas vezes irá valer mais a pena o investimento que incide imposto, pois ele rende mais.

Depois de ter isso firme na sua cabeça você precisa entender as suas principais opções

Renda Fixa x Renda Variável

Renda fixa é um tipo de investimento no qual o investidor sabe quanto vai receber no final do prazo (entre eles estão os títulos públicos, CDB, LCI e LCA), enquanto a renda variável (como compra de ações da bolsa) não garante nenhum ganho, podendo levar o investidor a perder dinheiro. Quanto maior o risco, maior a rentabilidade: se você comprar uma ação por R$20, no dia seguinte ela pode valer R$50 ou R$5. Não há certeza.

Para diminuir os riscos e aplicar de forma inteligente em renda variável, é preciso se informar sobre o assunto. Uma alternativa para investir em renda variável com riscos menores e sem precisar estudar tanto do assunto é optar por fundos de investimento, que falaremos mais para frente.

Emissor público x privado

No investimento em renda fixa — o preferido dos investidores iniciantes pela sua segurança — os títulos podem ser emitidos por um emissor público (Governo) ou privado (empresas). Em geral, os títulos emitidos pelo Governo são considerados mais seguros que os emitidos por empresas, mas isso não é uma regra geral.

Quando você investe em renda fixa, você está emprestando dinheiro ao emissor que, em troca, irá lhe pagar juros até a data de vencimento. O maior risco acontece se o emissor ficar inadimplente e não pagar a dívida, é possível isso acontecer tanto com o Governo quanto com empresas, mas é bastante improvável. Além disso, a maioria dos títulos de renda fixa estão protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGV) que asseguram aplicações até R$250 mil em caso de quebra da instituição.

Rentabilidade prefixada ou pós-fixada

Nos rendimentos prefixados, a taxa de retorno é acertada antes e o investidor sabe exatamente quanto irá receber no final. No caso das pós-fixadas, a taxa de retorno varia de acordo com a oscilação dos índices utilizados para determiná-la.

A maioria dos investimentos em renda fixa pós-fixados estão atrelados à taxa Selic. Portanto, se a taxa de juros oficial aumentar, a rentabilidade aumenta e, se ela diminuir, a rentabilidade diminuiu. Sabendo a que índice a rentabilidade está atrelada, é bem fácil acompanhar as notícias e saber como anda a rentabilidade do investimento. Lembrando que o governo brasileiro vem trabalhando com taxa de juros altas para tentar controlar a inflação e não há previsão de que isso mude.

Fundo de investimentos

Fundos de Investimentos são uma aplicação financeira coletiva em que várias pessoas (cotistas) dão dinheiro para uma empresa administrar e investir. Quando você investe em um fundo, você adquire cotas, que é uma fração do patrimônio do fundo. Quando o patrimônio cresce, o valor da cota também cresce e é assim que você lucra.

Os principais prós de investir em um fundo são contar com um especialistapara gerenciar seu investimento, a alta liquidez e ter um investimentodiversificado. Os fundos costumam diversificar os investimentos (estratégia aconselhada) e assim não apostam todos os ovos em uma cesta só.

Mas não pense que ao investir em um fundo não é preciso se informar. É preciso olhar o histórico de rendimento do fundo, ler o regulamento com atenção para entender como funciona e principalmente prestar atenção às taxas.

O maior problema com fundos de investimentos para pequenos valores é que, quanto menor o investimento, maior o número de cotistas, o que torna a administração mais trabalhosa e cara, aumentando a taxa de administração. Porém, não cometa o erro de escolher cegamente o fundo com menor taxa de administração, é preciso comparar com o histórico de rendimento para ver se a taxa maior não irá valer a pena.

Alguns fundos ainda cobram taxa de performance, que é uma taxa cobrada como um prêmio ao administrador quando a rentabilidade supera a taxa de seu benchmark (outro investimento estabelecido previamente). Isso deve ser levado em conta também

As opções são muitas e não é tão complicado quanto pode parecer em um primeiro momento. Em poucas horas você pode organizar suas finanças e planejar o seu investimento.

Comece a se preparar para a Black Friday e aproveite os descontos de verdade

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A Black Friday acontece daqui há um mês, mas se você tem interesse em aproveitar os descontos, deve começar a pensar nisso agora. Já faz alguns anos que os brasileiros “importaram” o tradicional dia de megapromoções dos Estados Unidos, mas o comércio e os consumidores ainda estão se adaptando à data. Momentos de descontos como a Black Friday são bem perigosos para os consumidores por dois motivos:

  1. As pessoas se emocionam com os preços baixos e compram o que não precisam e não tem dinheiro para pagar
  2. As pessoas são enganadas com falsos descontos

Para evitar esses problemas e de fato aproveitar os preços baixos da data, é preciso começar a pensar nas compras com antecedência e seguir esses três passos:

Eleja alguns produtos que você está precisando e comece a monitorar

Isso é importante para evitar os “falsos descontos”. Liste o que você quer comprar, faça uma pesquisa pela internet agora e compare os preços entre os sites, depois volte a esses sites a cada semana para acompanhar a evolução dos preços.

Assim você pode ter certeza de exatamente quanto você está economizando quando chegar a hora de comprar. Além disso, como este ano foi muito ruim para o comércio, muitas lojas devem antecipar a Black Friday e começar a dar descontos durante o mês de novembro.

Mantenha o foco e não gaste o com o que você não precisa

Esse tipo de evento pode ser muito emocional. No calor da pressa para comprar antes dos produtos e das promoções acabarem, muitas pessoas acabam comprando coisas que não precisam e que não tem utilidade apenas porque “o preço estava realmente imperdível”. Respire o fundo e mantenha o foco na lista de produtos que você elaborou.

Faça um orçamento

Esta dica é infalível para qualquer ocasião. Não chegue no dia 27 sem um orçamento. Estude suas finanças e entenda quanto você pode dispor para gastar em produtos sem se endividar. No dia, não ultrapasse esse orçamento por nada, mesmo que os descontos estejam bons. Se você se endividar para comprar um produto barato, você pode acabar pagando mais caro para quitar os juros depois.

Essas três regrinhas vão fazer com que você aproveite os descontos sem se endividar. Porém, há sempre outros detalhes para ficar atento e aproveitar ainda mais:

#1 Se você não conseguir acompanhar os preços, órgãos de defesa do consumidor e outros sites podem ajudar. Sites como o do Procon e do Proteste devem oferecer uma lista de preços para servir de referência. Então, antes de comprar, comparte com as listas.

#2 Se você for comprar online, leve em conta o preço com o frete e compare com os preços das lojas físicas.

#3 Se você for comprar presentes de Natal online, confira se há produto em estoque e o prazo de entrega. Muitas lojas esgotam o estoque e continuam vendendo, o que faz com que os produtos demorem muito para chegar.

#4 Se for comprar online, evite os horários de pico (meia-noite, meio-dia e depois das 18h). Os sites podem estar congestionados e você não conseguir concluir a compra.

#5 Fique atento para não entrar numa fria. Compre apenas de sites e lojas conhecidos e com boa reputação. Também preste atenção no valor ao comprar em sites: alguns divulgam um produto com desconto e depois cobram o valor original na hora de fechar a compra.

#6 Lembre que as regras do Código de Defesa do Consumidor (CDC) também são válidas para as compras feitas na promoção, então não aceite condições diferentes imposta pelas lojas.

Como garantir uma aposentadoria suficiente?

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Com o envelhecimento da população brasileira, já era previsto que a previdência pública teria que sofrer alterações. A crise que atingiu o país e o governo fez com que essa mudança se acelerasse. O processo para se aposentar já foi alterado neste ano, e novas mudanças devem vir por aí.

O executivo deve enviar uma proposta de Reforma da Previdência para o Congresso que inclui uma idade mínima para se aposentar: 60 para mulheres e 65 para os homens.

Quem está preocupado em ter uma renda suficiente para aproveitar uma aposentadoria tranquila precisa começar a pensar nisso o quanto antes. A melhor tática é diversificar e não apostar todo seu dinheiro e atenção em apenas uma modalidade.

Previdência privada aberta

A opção de previdência privada é boa para quem não tem familiaridade com outros investimentos. Ela é bastante segura, porém, as taxas são bem altas e, apesar de se poder deduzir até 12% da renda bruta na declaração do Imposto de Renda, é preciso pagar imposto no momento do resgate da aplicação. Saiba mais sobre os tipos de previdência privada aqui.

Fundo de Pensão coletiva

São fundos de empresas (ou conjunto de empresas) fechados para funcionários. Normalmente as empresas oferecem o benefício para atrair e reter talentos. Entre os planos de previdência, este é o mais rentável e também permite que o participante deduza até 12% de sua renda tributável.

Porém, é importante estudar bem as regras do contrato para saber o que acontece se você deixar a empresa. Também é importante que o fundo seja fiscalizado para saber como estão investindo o dinheiro e ter certeza que consiguirão pagar o benefício quando o momento chegar.

Imóveis

Se você tem um perfil mais consevador, você pode pensar em investir em imóveis. Este está longe de ser o investimento mais rentável, mas ainda é um dos preferidos dos brasileiros. O mercado imobiliário é bastante volúvel, é preciso gastar com reformas para evitar depreciação e a rentabilidade do aluguel muitas vezes não é compatível com o valor investido.

Renda Fixa

Se você é disciplinado e está disposto a se informar para entender sobre investimentos, este é um dos caminhos mais rentáveis. A Renda Fixa é um investimento seguro e com maior retorno que as opções anteriores. Ela é uma boa opção para aposentadoria pois quanto mais tempo você deixa o dinheiro investido, mas retorno tem.

Esses títulos devolvem o valor investido mais os juros referentes ao período em que o dinheiro ficou depositado. Estes investimentos pagam uma porcentagem do CDI, taxa que acompanha a evolução da taxa de juros Selic. Então, enquanto a taxa de juros estiver alta, estes investimentos se mantém bastante rentáveis. Os principais ativos de renda fixa são os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), o Tesouro Direto e os fundos de investimento. Saiba mais detalhes sobre aqui.

Renda Variável

Ações de empresas e fundos imobiliários estão entre os investimentos de renda variável. A regra geral dos investimento é que quanto maior o risco, maior o retorno. Porém, se você não tem conhecimento na área, pode ser difícil começar a investir sem sofrer perdas.

Se você quer começar, estude sobre e comece a apostar em ações de empresas sólidas que constumam oscilar no máximo 10% ao ano.

São muitas opções e elas variam em rentabilidade e segurança. O ideal é variar os investimentos para otimizar o rendimento e diminuir os riscos.

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Como viajar gastando pouco e não deixar de curtir as férias

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Já é final de outubro e é impossível não pensar nas férias. Fora as férias escolares e universitárias, a maioria das pessoas tira uns dias de folga no período do verão. Com a situação econômica menos favorável está mais complicado viajar, mas se você é desses que espera o ano inteiro para poder sentir novos ares, se organize: é possível viajar gastando pouco.

#Escolha o destino certo

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Com o dólar alto, todas as passagens de avião (inclusive nacionais) estão mais caras. Então escolha um destino nacional ou dentro da américa do sul.

Mas não pense apenas no valor da passagem, pesquise o valor da hospedagem, alimentação, transporte e atrações no local. O Priceoftravel.com tem uma lista das cidades mais baratas para viajar. 

#Pesquise a melhor maneira de chegar lá

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Fique atento a promoções de passagens aéreas, há sites como o Melhores Destinos que divulgam promoções de última hora que realmente valem a pena. Também há vários sites que comparam valores entre companias e dias, como o Voopter.com.

Porém, mesmo com promoção, se o seu destino não é longe, você deve estudar se não é mais barato ir de ônibus ou de carro. 

#Estude hospedagens alternativas

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Hoteis podem ser muito caros, mas há muitas outras alternativas. Você pode alugar um quarto ou uma propriedade inteira direto do proprietário em sites como o Airbnb.com. Essa opção normalmente vale a pena quando você não está viajando sozinho.

Você também pode procurar hostels. Você pode optar por um quarto compartilhado para economizar bastante, ou, se não está disposto, procure um quarto privado – ainda é mais barato que hotéis.

Há opções ainda mais econômicas como acampar e pedir hospedagem no couchsurfing.com – onde pessoas oferecem um lugar em sua casa sem custo algum.

Importante: não tente economizar escolhendo uma hospedagem muito longe do lugar em que você irá circular. Você pode acabar gastando a diferença em transporte.

#Pense antes de fazer uma refeição

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Comer faz parte da experiência de viajar, mas isso não quer dizer que você precisa comer fora em todas as refeições. Ir no supermercado e comprar coisas pasa fazer um lanche no seu quarto pode ser muito interessante. Além disso, um rápida pesquisa na internet pode te indicar restaurantes bons e baratos e como fugir daqueles restaurantes caros feitos para turistas.

#Planeje como vai se locomover

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Pesquise opções de transporte e inclua o gasto no seu planejamento. Evite taxi sempre que puder. Se for preciso, pesquise o caminho que você irá fazer e saiba a distância para não ser enganado.

Caminhe o máximo que puder. Caminhar pela cidade é sempre uma ótima maneira de conhecer o lugar (e não gastar).

#Escolha as atrações

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Há atrações dos mais variados preços. Toda cidade tem muitos lugares para ir de graça, como parques, feiras, centros comerciais, prédios históricos – priorize essas atrações. Depois, faça uma lista das atrações pagas que você tem vontade de ir e escolha entre elas. É preciso que os valores caibam no seu orçamento.

#Planeje e faça um orçamento

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Planeje bem os seus gastos para não se endividar. Entenda quanto você irá gastar passagem, hospedagem, transporte e estipule um orçamento diário para gastar durante a viagem. E claro, controle os seus gastos durante as férias.

Bom viagem :)

 

Como sobreviver à crise?

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Os motivos e o tamanho da crise econômica no Brasil ainda podem ser discutidos, mas os índices econômicos e o impacto no dia a dia das pessoas confirmam que estamos passando por um momento financeiro difícil.

A inflação está alta, há retração do PIB, e o desemprego está aumentando. Porém, não adianta desanimar. Esse momento exige atenção e disciplina redobrada para diminuir o impacto da crise nas finanças pessoais.

#Seja realista, mas não pessimista

Sim, estamos em crise e é preciso enfrentar esta realidade de olhos bem abertos. Porém, ser pessimista não ajuda em nada. É preciso ter força de vontade e determinação para analisar a situação e conseguir contornar os problemas financeiros sem se desesperar e entregar os pontos. Ser pessimista e aceitar uma derrota só irá piorar a situação – isso inclui dívidas, juros e uma grande bola de neve.

#Se adapte

Também não adianta fazer o contrário: ser cegamente otimista e insistir em manter o mesmo padrão de vida. Em tempos como esse, é preciso rever hábitos e se adaptar a situação. No fim, “não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”.

#Faça o diagnóstico

Para ter total poder sobre o seu dinheiro, você precisa entender da onde vem e para onde ele vai. A única maneira de fazer isso é mantendo um controle financeiro minucioso. Anote todo dinheiro que entra, todas as depesas fixas (aluguel, luz, internet, financiamentos), e depois todas as contas variáveis – inclusive os pequenos gastos do dia a dia. Divida os gastos por centro de custos: casa, transporte, lazer, etc. No final do mês, você consegue entender exatamente para onde o seu dinheiro está indo.

#Planeje e corte gastos

Depois de ter o controle financeiro (mantenha ele sempre!), você pode adaptar e planejar as suas finanças. Quais são os gastos que é possível diminuiur ou cortar? Você gasta muito com transporte? É possível diminuir a conta do celular? Os gastos com supermercado estão altos? Ou são os pequenos gastos do dia a dia que “quebram” você no final do mês? Entenda o que é possível mudar e planeje suas finanças para os próximos meses. Estabeleça um orçamento para cada tipo de gasto e não ultrapasse a cota. Para isso, é preciso determinação.

#Aumente a sua renda

Sim, é preciso cortar gastos em tempos de crise. Mas também é hora de ser criativo e pensar como aumentar e complementar a sua renda. É possível aumentar seus rendimentos no seu trabalho? Ou talvez você possa ter um projeto paralelo? Que habilidades você tem que pode te render algum dinheiro? Pense bem e não tenha preguiça ou vergonha de começar um novo empreendimento!

#Junte dinheiro

Sim, quando não há dinheiro nem para pagar as contas é muito difícil pensar em juntar ou investir. Se você não tem como começar agora, tudo bem. Mas quando você for planejar suas finanças para os próximos meses, organize de uma maneira que você consiga começar a fazer uma poupança em breve, mesmo que pequena. É melhor juntar um valor pequeno, do que nada. Ninguém sabe o tamanho da crise e até quando ela irá durar, e você nunca sabe quando aparecerá um imprevisto. Ter dinheiro reserva é a maneira de não ser pego desprevinido e se endividar.

#Invista

Quando você começar a juntar dinheiro (ou se você tem alguma reserva agora), pesquise e comece a investir. A poupança está rendendo menos que a inflação e há uma série de investimentos seguros que podem trazer um rendimento considerável. Se informe, converse com um consultor financeiro e estude como aplicar o seu dinheiro.

 

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Aposentadoria com previdência privada vale a pena?

By | Investimento | No Comments

Crédito de imagem: Tax Credits / Flickr

Previdência privada vale a pena?

De olho em uma aposentadoria tranquila, algumas pessoas recorrem à Previdência Privada, visando acumular ganhos e ter mais liberdade para escolher a hora de parar. Mas será que esse tipo de investimento realmente vale a pena?

Segundo especialistas, a Previdência Privada é vantajosa em poucos casos. O principal é quando se tem pouca familiaridade com outros investimentos, como os títulos públicos, que costumam apresentar boa rentabilidade e maior autonomia, além de taxas menores. Outro caso é se o investidor for jovem. Quanto mais cedo o investimento é iniciado, menor será o esforço mensal de poupança para atingir uma aposentadoria confortável no futuro.

A previdência privada pode ser de dois tipos: aberta ou fechada. A primeira pode ser contratada por qualquer pessoa, enquanto a segunda é voltada para um grupo fechado, geralmente da mesma empresa ou sindicato.

O plano previdenciário é, na verdade, um gestor financeiro de seus investimentos. Geralmente, um banco ou uma corretora irá investir o seu dinheiro em títulos públicos, ações ou outros investimentos que possam fazer parte da carteira. Por isso, você pagará algumas taxas – como a de administração e a de saída, cobrada na hora de retirar o dinheiro.

Na previdência privada, é possível escolher o valor da contribuição e a periodicidade dos depósitos. Ou seja, você pode investir R$ 100 por mês durante 20 anos, por exemplo. O valor investido pode ser resgatado a qualquer momento, mas é importante ficar atento às taxas de saída, que costumam ser mais caras para quem retira o dinheiro antes do prazo.

O Imposto de Renda também incidirá na hora da retirada do prêmio. Há duas formas de tributação: a tabela progressiva, vantajosa para quem quer retirar um aporte menor ou parcelado, já que a alíquota é proporcional ao valor a ser resgatado, e a tabela regressiva, boa opção para quem pretende investir por prazos mais longos _ acima de 10 anos _ e só vai resgatar o valor ao final. Nesse caso, quanto mais tempo o dinheiro permanece no plano, menor será a alíquota do IR a pagar.

Existem dois tipos de planos de previdência privada: o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). O PGBL é recomendado para pessoas com renda mais alta, pois o valor pago ao plano pode ser abatido do Imposto de Renda (desde que o valor represente até 12% da renda bruta anual). Quando o dinheiro é sacado, o tributo a ser pago é calculado sobre o saldo total do fundo na hora da retirada.

Já o VGBL é voltado para quem tem uma renda menor e quem faz a declaração do IR nos formulários simplificados ou é isento. A diferença para o primeiro é que, quando o dinheiro é sacado, o imposto será cobrado referente ao rendimento do valor investido, e não do saldo total.

Ao final do plano, você pode optar por retirar todo o valor investido ou receber parcelas mensais, assim como na aposentadoria da Previdência Social (INSS). A vantagem de receber um valor único é não ter mais de pagar as taxas administrativas, mas pode se tornar um problema se você não souber administrar o dinheiro.

Chegou a final do MasterChef – que tal se inspirar e economizar cozinhando em casa?

By | Comportamento, Dicas, Sem categoria | No Comments
Crédito: Band / Divulgação

Hoje saberemos quem será o ganhador: Izabel Alvares ou Raul Lemos Crédito: Band / Divulgação

 

Depois de quase quatro meses do começo da temporada, nesta noite finalmente saberemos quem é o ganhador da segunda edição do MasterChef Brasil – Raul Lemos ou Izabel Alvares. Passada toda a ansiedade e emoção que o reality show pode nos trazer de lado, o programa tem mais a oferecer: incentivar as pessoas (re)começarem a cozinhar.

Não só é divertido e mais saudável, mas preparar suas próprias refeições economiza dinheiro. E muito! Comer fora e pedir tele entrega na maior parte das refeições é normal para a maioria das pessoas que trabalham oito horas por dia. Mas mesmo para quem recebe vale alimentação, esse dinheiro faz muita diferença no final do mês.

Você já fez as contas de quanto gasta com refeições fora de casa?

O principal motivo apontado para não cozinhar no dia a dia é tempo, mas é possível se organizar para preparar as refeições mesmo na rotina corrida que a maioria das pessoas tem.

1) Nem toda refeição precisa ser um prato gourmet digno de nota máxima dos jurados do MasterChef. Tem muitas refeições gostosas que podem ser feitas em poucos minutos. Para provar que eu não estou exagerando, o chef-super star Jamie Oliver tem um livro todo dedicado a receitas de 15 minutos.

2) Você pode preparar os alimentos antes para facilitar o dia a dia. Separe uma noite por semana e faça alguns pratos-chave como feijão e arroz, corte e tempere as carnes, faça um bom molho de tomate e descasque e pique legumes como cenoura e batata.

3) Além de preparar os alimentos, você pode de fato fazer refeições completas e congelá-las. Lembre de guardar os alimentos em porções, porque descongelar e congelar novamente estraga os produtos.

Para economizar ainda mais, você pode criar o hábito de ir na feira toda semana onde os produtos são mais baratos e mais saudáveis. Ou ainda pode pesquisar e encontrar o supermercado mais barato na sua região e fazer um rancho mensal dos produtos não perecíveis.

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10 dicas criativas para gastar menos dinheiro

By | Comportamento, Dicas | No Comments

Economizar não é o único caminho para juntar dinheiro, mas usar os recursos com sabedoria nunca fez mal a ninguém. Além disso, as pequenas economias podem ajudar a dar aquele upgrade nas suas férias ou mesmo na hora de fazer uma compra de maior valor.

A boa notícia é que, diferente do que muitos imaginam, gastar menos pode ser, sim, indolor – e, por que não, divertido? Para dar uma força nessa missão bem possível, listamos 10 dicas criativas para você gastar menos no dia a dia:

 

1 – Cozinhe mais em casa

Refeições em restaurantes custam, pelo menos, 50% a mais do que você pagaria por um almoço ou janta no conforto do lar. Que tal começar a colocar seus dotes culinários em prática? Se faltar tempo para almoçar em casa, uma boa opção é levar a própria comida para o trabalho. No fim de semana, tente fazer sua própria pizza em vez de pedir tele-entrega.

 

2 – Antes de comprar, tente consertar

Nem todo o objeto precisa ser substituído quando apresenta um problema. Antes de sair correndo para o shopping, veja se não vale a pena consertar.

 

3 – Vá de carona

Converse com os colegas de trabalho que moram perto da sua casa e proponha uma escala de revezamento – também é possível fazer isso com os vizinhos que costumam passar pelo seu trabalho. Além de baratear os custos, o trajeto em grupo é mais seguro e divertido.

 

4 – Dê férias ao cartão de crédito

Experimente deixar o cartão de crédito em casa por algumas semanas e pagar tudo à vista. Ver o dinheiro indo embora dói mais, e vai fazer você pensar duas vezes antes de gastar.

 

5 – Empreste e peça emprestado

Você já parou para pensar quantas vezes no ano usa uma furadeira? E um vestido de gala? Amigos não são só para jogar conversa fora. Empreste a eles e peça emprestado quando precisar. O que for economizado pode ser revertido para aquele happy hour que nunca sai por falta de dinheiro.

 

6 – Escolha um dia por mês para não comprar nada

A ideia é ousada, mas vale o esforço: separe um dia por mês para não gastar nenhum centavo. Quando você perceber que é possível passar um dia sem comprar nada, ficará mais confiante para evitar o consumo por impulso.

 

7 – Faça mais festas no apê

Em vez de ir todo fim de semana à balada, convide os amigos para fazer algo em casa. Todo mundo colabora, se diverte e ainda economiza – sempre respeitando os vizinhos, é claro.

 

8 – Troque a academia por exercícios ao ar livre

Crie o hábito de caminhar ou se exercitar no parque, na praça ou em outro ponto ao ar livre. Vale até aquele passeio com o cachorro pelas ruas do bairro.

 

9 – Não vá às compras sem lista

Antes de ir ao supermercado, elabore uma lista de compras. Siga ela à risca e curta a sensação de saber antes o quanto vai gastar, sem ceder às tentações das prateleiras.

 

10 – Faça você mesmo

Comece a fazer as coisas sozinho. Isso pode incluir a limpeza da casa, o cuidado com o gramado, ou qualquer outra coisa que você costuma pagar outras pessoas para fazer. Você pode desenvolver novas habilidades e ainda guardar uns trocados.

Como não deixar a inflação afetar suas finanças

Como não deixar a inflação afetar suas finanças e acabar 2015 no positivo

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Longe de ser um bom ano para a economia, com o Banco Central prevendo que a inflação chegue aos 9%, 2015 pode acabar no positivo para quem souber administrar as finanças. E o melhor: não precisa ser um especialista em finanças, basta ficar atento aos preços, controlar os gastos e fazer um planejamento financeiro.

Segundo economista e consultor em finanças pessoais Alfredo Meneghetti, a saída para manter suas finanças saudáveis em tempos de crise começa com uma atitude simples: identificar os setores mais afetados pela inflação e apertar as rédeas dos gastos relacionados a eles.

No Brasil, os primeiros reflexos se deram na área de combustíveis, energia elétrica e alimentos. Ou seja, tanto esses setores quanto as áreas que dependem deles – e, consequentemente, farão repasses indiretos ao consumidor – têm de entrar na mira de quem quer economizar.

– Cada um precisa verificar no seu orçamento os itens mais volumosos e o que pode ser cortado. Em épocas de inflação alta, gastos com lazer são os primeiros a serem substituídos. Cozinhar em casa, evitar saídas à noite e trocar o cinema por um filme em um bom canal de TV são algumas alternativas que fazem diferença no bolso do cidadão – sugere o especialista.

Dentro de casa, é possível fazer economia com medidas praticamente indolores, conforme Meneghetti. Uma das maiores vilãs do orçamento neste ano, a conta de energia elétrica, por exemplo, pode ficar sob controle se o recurso for usado com inteligência.

Para começar, a substituição, na medida do possível, de tudo que é elétrico por versões a gás, costuma fazer a diferença no fim do mês. As lâmpadas comuns devem dar lugar às econômicas, e os eletrodomésticos que mais gastam energia, como o ferro de passar roupa, podem ser usados com menos frequência – sai mais barato passar todas as roupas de uma vez do que ligar o aparelho todos os dias.

Outra mudança de hábito a ser considerada diz respeito ao transporte. Os deslocamentos de carro, segundo o especialista, só valem a pena quando se observam atentamente alguns critérios, como a distância a ser percorrida.

– Fiz um estudo sobre o tema que constatou que, para os deslocamentos até 17 quilômetros, vale mais a pena, financeiramente, pegar condução de terceiros, como táxi, lotação ou ônibus. Só a partir disso é que é melhor usar o carro, que, além dos custos de manutenção, demanda gastos com estacionamento, por exemplo – avalia.

Por fim, mas não menos importante, é essencial manter-se longe de dívidas. Endividamentos desnecessários e compras a longo prazo podem comprometer um dinheiro que poderia, em um momento de crise, ser aplicado em fundos de investimento – um destino rentável a médio e longo prazos.

Compras cujo valor total ultrapasse 50% da sua renda líquida precisam ser estudados com cuidado. Nesses casos, o consultor em finanças recomenda que sejam feitos, pelo menos, três orçamentos diferentes antes da compra. Se não houver como pagar à vista, a dica é parcelar o mínimo possível, ou em, no máximo, três vezes. Mas não é só:

– A soma de todas as parcelas, incluindo financiamentos, não pode comprometer mais de 30% do orçamento. Isso tem de ser observado sempre, não só nos períodos de inflação alta – explica o economista.