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Aposentadoria com previdência privada vale a pena?

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Crédito de imagem: Tax Credits / Flickr

Previdência privada vale a pena?

De olho em uma aposentadoria tranquila, algumas pessoas recorrem à Previdência Privada, visando acumular ganhos e ter mais liberdade para escolher a hora de parar. Mas será que esse tipo de investimento realmente vale a pena?

Segundo especialistas, a Previdência Privada é vantajosa em poucos casos. O principal é quando se tem pouca familiaridade com outros investimentos, como os títulos públicos, que costumam apresentar boa rentabilidade e maior autonomia, além de taxas menores. Outro caso é se o investidor for jovem. Quanto mais cedo o investimento é iniciado, menor será o esforço mensal de poupança para atingir uma aposentadoria confortável no futuro.

A previdência privada pode ser de dois tipos: aberta ou fechada. A primeira pode ser contratada por qualquer pessoa, enquanto a segunda é voltada para um grupo fechado, geralmente da mesma empresa ou sindicato.

O plano previdenciário é, na verdade, um gestor financeiro de seus investimentos. Geralmente, um banco ou uma corretora irá investir o seu dinheiro em títulos públicos, ações ou outros investimentos que possam fazer parte da carteira. Por isso, você pagará algumas taxas – como a de administração e a de saída, cobrada na hora de retirar o dinheiro.

Na previdência privada, é possível escolher o valor da contribuição e a periodicidade dos depósitos. Ou seja, você pode investir R$ 100 por mês durante 20 anos, por exemplo. O valor investido pode ser resgatado a qualquer momento, mas é importante ficar atento às taxas de saída, que costumam ser mais caras para quem retira o dinheiro antes do prazo.

O Imposto de Renda também incidirá na hora da retirada do prêmio. Há duas formas de tributação: a tabela progressiva, vantajosa para quem quer retirar um aporte menor ou parcelado, já que a alíquota é proporcional ao valor a ser resgatado, e a tabela regressiva, boa opção para quem pretende investir por prazos mais longos _ acima de 10 anos _ e só vai resgatar o valor ao final. Nesse caso, quanto mais tempo o dinheiro permanece no plano, menor será a alíquota do IR a pagar.

Existem dois tipos de planos de previdência privada: o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). O PGBL é recomendado para pessoas com renda mais alta, pois o valor pago ao plano pode ser abatido do Imposto de Renda (desde que o valor represente até 12% da renda bruta anual). Quando o dinheiro é sacado, o tributo a ser pago é calculado sobre o saldo total do fundo na hora da retirada.

Já o VGBL é voltado para quem tem uma renda menor e quem faz a declaração do IR nos formulários simplificados ou é isento. A diferença para o primeiro é que, quando o dinheiro é sacado, o imposto será cobrado referente ao rendimento do valor investido, e não do saldo total.

Ao final do plano, você pode optar por retirar todo o valor investido ou receber parcelas mensais, assim como na aposentadoria da Previdência Social (INSS). A vantagem de receber um valor único é não ter mais de pagar as taxas administrativas, mas pode se tornar um problema se você não souber administrar o dinheiro.

Crédito:  www.SeniorLiving.Org

5 dicas essenciais para manter o orçamento mensal

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As maiores dificuldades para organizar a vida financeira e começar a economizar dinheiro é a falta de disciplina e a dificuldade em segurar os gastos no dia a dia. Para vencer esses problemas iniciais e transformar o gerenciamento das finanças em um hábito, cinco atitudes são essências:


#1 Trace a meta de quanto você quer economizar por mês

Aprenda a gerir os seus rendimentos e a ter um controle de gastos. Assim, você conseguirá visualizar quanto do seu salário estará disponível para quitar suas dívidas, para gastar no dia a dia, e para poupar. É importante que você estabeleça uma meta de longo prazo para que o planejamento dê certo, por exemplo, estipulando um valor x que deseja obter ao longo de 12, 24 ou mais meses. Isso também ajuda a permanecer determinado.


#2 Sempre use dinheiro em vez de cartões de crédito e débito

A grande maioria das pessoas se deixa levar pela praticidade e segurança dos cartões de crédito e débito e acabam usando eles sem moderação, criando a impressão que possuem uma renda maior do que ela é na realidade. Ou seja, vivendo um estilo de vida mais caro que os seus rendimentos.

Por isso, corte os gastos diários com o cartão e reserve eles apenas para compras planejadas em que é preciso parcelar. Se possível, deixe os cartões em casa quando for sair e leve apenas a quantidade de dinheiro que pode gastar naquele dia. Assim, você evita fazer gastos desnecessários e contrair novas dívidas.


#3 Guarde todos os recibos

Guardar recibos, faturas, boletos e notas fiscais é de extrema importância. Além de permitir que você tenha um controle geral de suas compras, facilitando o registro e controle dos gastos, eles servem como documentos para contestar eventuais falhas de cobrança e comprovar a data de compra.


#4 Planeje compras importantes com antecedência

Para começar a poupar, é preciso se educar financeiramente. Uma das coisas mais importantes é cortar despesas supérfluas e parar de comprar por impulso. Nunca compre algo imediatamente. Espere uns dias, se pergunte se o produto é realmente necessário e analise o quanto esta conta vai pesar no seu orçamento. Se depois de alguns dias, você seguir determinado a fazer a compra, faça.


#5 Use uma ferramenta para controlar os gastos diariamente

É fundamental ter um local para registrar todos os ganhos e gastos e planejar as próximas movimentações financeiras. Você pode usar um caderninho, ou uma tabela no Excel, mas uma boa opção é um aplicativo que gerencie suas finanças com facilidade, como o Finanças Pessoais, que contém funcionalidades como ajudar a calcular despesas, formatar um calendário mensal com os gastos, montar relatórios em planilha, e até enviar e-mail avisando sobre o vencimento das contas.

 

Vocês tem outra dica para controlar os gastos mensais? Compartilhe outras sugestões nos comentários.